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Arqueólogos encontram ovo romano de 1.700 anos que ainda guarda clara e gema intactas

Casca do ovo é extremamente fina e frágil, o que impede o contato direto ou exposição ao ar

30 mar 2026 - 19h08
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Resumo
Arqueólogos descobriram na Inglaterra um ovo romano de 1.700 anos com interior preservado, possivelmente ligado a rituais, cuja análise revelou clara e gema misturadas ao longo do tempo.
Casca do ovo é extremamente fina e frágil, o que impede o contato direto ou exposição ao ar
Casca do ovo é extremamente fina e frágil, o que impede o contato direto ou exposição ao ar
Foto: Oxford Images

Arqueólogos identificaram na Inglaterra um raro ovo romano com conteúdo interno preservado. O ovo foi encontrado em um poço alagado de Aylesbury no Sul do país e atravessou cerca de 1.700 anos com líquido intacto em seu interior. Assim, para especialistas, trata-se do mais antigo exemplar completo desse tipo já encontrado no mundo. 

Diferentemente de exemplos do Egito, onde ovos antigos foram mumificados de forma intencional, neste caso a conservação ocorreu de maneira acidental. A descoberta foi anunciada em 2019, mas apenas recentemente os pesquisadores confirmaram que o interior aparece preservado. A casca do ovo é extremamente fina e frágil, o que impede o contato direto ou exposição ao ar.

Para analisar o conteúdo, os cientistas utilizaram tomografia computadorizada. O exame indicou que não há distinção clara entre gema e clara, sugerindo que ambas se misturaram ao longo do tempo. O líquido permanece ao lado de uma pequena bolha de ar.

O ovo foi encontrado em um poço escavado entre 2007 e 2016, junto a outros três exemplares que não resistiram ao transporte e se quebraram durante a análise, liberando odor sulfuroso. A água no local ajudou a preservar os materiais, evitando a erosão comum em ambientes secos.

Os especialistas acreditam que o poço funcionava como espaço de oferendas, possivelmente ligado a rituais de fertilidade, boa sorte ou práticas funerárias. No sítio, também foram encontrados objetos como cerâmicas, moedas, ferramentas, sapatos e uma cesta.

O artefato está atualmente sob análise no Museu de História Natural de Londres, onde segue sendo estudado por especialistas.

Fonte: Portal Terra
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