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Após decisão judicial, milhares protestam por caso Breonna Taylor

Dois agentes de segurança foram baleados em Louisville

24 set 2020 - 08h10
(atualizado às 08h13)
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Milhares de pessoas saíram às ruas da cidade de Louisville, no Kentucky, nesta quarta-feira (23) para protestar contra a decisão da justiça local de não incriminar policiais pelo assassinato de Breonna Taylor, uma mulher negra de 26 anos. Outras localidades também registraram manifestações.

Protestos após a decisão da justiça no caso de Breonna Taylor reuniram milhares de pessoas
Protestos após a decisão da justiça no caso de Breonna Taylor reuniram milhares de pessoas
Foto: EPA / Ansa - Brasil

Um júri decidiu que dois dos três policiais que atuaram na ação do dia 13 de março não devem ser responsabilizados e que o policial Brett Hankinson deve responder formalmente por "colocar a vizinhança em perigo" e por disparar de maneira "indiferente".

Ou seja, nenhum dos três responderá pelo assassinato de Taylor em si.

A decisão causou revolta na cidade e, por isso, milhares foram às ruas para se manifestar sob o slogan "sem justiça, sem paz".

Dois agentes que faziam a segurança foram vítimas de tiros e uma pessoa foi presa. Louisville decretou estado de emergência e toque de recolher a partir das 21h.

- O caso: A morte da jovem tornou-se um dos símbolos da luta contra a violência policial contra as pessoas negras nos Estados Unidos. Segundo relatado pela própria justiça, a polícia obteve um mandato para invadir o apartamento de Taylor e de seu namorado, Kenneth Walker, em busca de drogas.

Com a entrada da polícia, Walker se assustou e achou que eram bandidos invadindo o apartamento, atirando contra os agentes.

Após a investigação, a justiça confirmou que a arma usada pelo namorado de Taylor era regular e legalizada e que nenhum entorpecente foi achado dentro do apartamento. Além disso, Walker informou que os agentes se negaram a chamar uma ambulância para tentar salvar Breonna.

Nenhum dos tiros que mataram a jovem, que estava deitada em sua cama, foi disparado por Hankinson, mas sim pelos outros agentes. Ao todo, ela foi alvejada por seis disparos.

No entanto, o júri alegou que eles atiraram em legítima defesa. .

Ansa - Brasil
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