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Anne Hathaway nega demissão de modelos magras em 'O Diabo Veste Prada 2'

Atriz comentou rumores de que havia exigido troca de profissionais em prol de inclusão

29 abr 2026 - 12h31
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A atriz Anne Hathaway finalmente se pronunciou sobre a polêmica que circulou nos últimos meses envolvendo a suposta exclusão de modelos muito magras da sequência de "O Diabo Veste Prada".

    Em entrevista ao "Good Morning America", a estrela, que interpreta Andy, a ex-assistente da editora de uma revista inspirada na Vogue, de Anna Wintour, no filme de moda, afirmou que "nenhuma delas foi demitida em nome de uma busca por maior inclusão".

    A declaração foi dada na tentativa de esclarecer comentários anteriores feitos por sua colega de elenco Meryl Streep, que interpreta a editora "carrasca" Miranda Priestly, em entrevista à revista Harper's Bazaar.

    Durante a divulgação do novo filme, Streep disse ter ficado impressionada com a magreza excessiva das modelos no set e que Hathaway teria levado a questão aos produtores para conseguir uma maior diversidade corporal nas cenas de desfile.

    "Anne percebeu isso imediatamente e correu até os produtores, obtendo a promessa de que as modelos no desfile de moda que estávamos organizando para o filme não seriam tão magras. Ela é uma pessoa realmente boa", declarou a vencedora de três Oscars.

    Na ocasião, Hathaway pareceu reforçar essa posição, dizendo que achava que "a cena teria sido muito mais agradável para o público" se tivesse sido "mostrado uma gama maior de tipos de corpo". "Eles ficaram muito chateados por não pensar nisso antes. Acho que estavam tão focados, apenas seguindo em frente. Assim que perceberam, foram eles que fizeram tudo acontecer em cerca de uma hora", afirmou ela.

    No entanto, em sua última entrevista, a atriz minimizou essa narrativa, rejeitando a ideia de que havia excluído as modelos esqueléticas.

    "Ninguém foi demitido; pelo contrário, essa decisão acabou gerando mais empregos", acrescentou Hathaway, ressaltando que sua preocupação era principalmente criativa, além de buscar tornar a cena mais representativa e interessante para o público.

    O caso reacendeu um debate antigo na indústria da moda e do cinema sobre padrões estéticos, exigências narrativas e inclusão. Em um momento em que o tema volta a ganhar força às vésperas do Met Gala, a discussão evidencia que os limites entre autenticidade artística e responsabilidade social seguem em tensão.

    A polêmica também ocorre em meio à expectativa em torno do desempenho de bilheteria da sequência de "O Diabo Veste Prada", que busca uma estreia global expressiva, consolidando o apelo duradouro da franquia. .

Ansa - Brasil
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