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Congresso Judaico Mundial lamenta falta de evolução no caso Amia na Argentina

17 jul 2015 - 17h20
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O Congresso Judaico Mundial, que tem sede em Nova York, lamentou nesta sexta-feira a falta de progresso na investigação do atentado contra a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), ocorrido há 21 anos em Buenos Aires, e questionou o futuro do caso após a morte do promotor Alberto Nisman.

"Depois da trágica e misteriosa morte do promotor especial Alberto Nisman em janeiro, um homem que fez muito pelo avanço destas investigações e que será tristemente lembrado, estamos enfrentando uma questão crucial: haverá algum dia justiça no caso Amia?", se perguntou o executivo-chefe do congresso, Robert Singer, em um comunicado.

Nisman foi encontrado morto em janeiro, em sua casa em Buenos Aires, poucos dias depois que denunciou a presidente Cristina Kirchner e o ministro das Relações Exteriores, Héctor Timerman, por acobertamento dos iranianos considerados responsáveis pelo atentado contra a Amia.

No ataque, uma explosão de um carro-bomba no dia 18 de julho de 1994, morreram 85 pessoas e cerca de 300 ficaram feridas.

"O governo da Argentina continuará investigando o pior ataque terrorista da história de seu país ou tentará encerrar o caso?", acrescentou Singer no comunicado.

Por sua vez, o presidente do Congresso Judaico Mundial, Ronald S. Lauder, criticou o governo da Argentina por assinar, em 2013, um memorando de entendimento com o Irã com o objetivo de esclarecer o atentado.

"Esse acordo é um grande erro. Todo o mundo sabe que não se pode deixar uma raposa tomando conta de um galinheiro, que não se pode nomear para julgar um crime a pessoa acusada de planejá-lo. Este memorando sugere que, de alguma maneira, o Irã está interessado em cooperar na investigação e, certamente, não está", concluiu Lauder.

EFE   
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