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América Latina

Colômbia: primário terá aulas de economia e finanças

Programa de "Educação Econômica e Financeira" começará no segundo semestre deste ano em 120 colégios públicos das regiões do Caribe, centro, ocidente, oriente e Pacífico

3 jul 2014 - 17h59
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<p>Ministra da Educa&ccedil;&atilde;o explicou que&nbsp;esta iniciativa n&atilde;o &eacute; &quot;uma c&aacute;tedra&quot;, mas &quot;um programa pedag&oacute;gico de maneira transversal que atravessa diferentes &aacute;reas do conhecimento&quot;</p>
Ministra da Educação explicou que esta iniciativa não é "uma cátedra", mas "um programa pedagógico de maneira transversal que atravessa diferentes áreas do conhecimento"
Foto: World Bank Photo Collection / Flickr

A Colômbia iniciará um programa de formação em economia e finanças para estudantes que espera abranger em 2015 todos os colégios do ciclo primário e, um ano depois, os de ensino médio, anunciou nesta quinta-feira o Ministério da Educação.

O programa de "Educação Econômica e Financeira" começará no segundo semestre deste ano em 120 colégios públicos das regiões do Caribe, centro, ocidente, oriente e Pacífico.

A ministra da Educação, María Fernando Campo, explicou durante uma entrevista coletiva que esta iniciativa não é "uma cátedra", mas "um programa pedagógico de maneira transversal que atravessa diferentes áreas do conhecimento".

"Nunca se tinha ensinado educação financeira e econômica no setor educativo, hoje estamos mostrando os alinhamentos pedagógicos que devem levar em conta todos os colégios, tanto os públicos como os privados", declarou a ministra.

A estratégia inclui ações como a formação dos docentes, o acompanhamento presencial e virtual da equipe das instituições educativas, assim como a assistência técnica às Secretarias de Educação locais.

María Fernando estimou que para desenvolver o programa nos colégios primários será necessário um investimento de 30 bilhões de pesos (cerca de R$ 32 milhões) e, para o ensino médio, cerca de "20 bilhões de pesos adicionais" (cerca de R$ 22 milhões).

A presidente da Associação Bancária da Colômbia (Asobancaria), María Mercedes Cuéllar, destacou o programa como "uma grande conquista" e comentou que permitirá a construção de "uma sociedade educada nos principais temas econômicos e financeiros, preparada para romper os círculos de pobreza".

Por sua parte, o gerente geral do Banco da República, José Darío Uribe, considerou que esta iniciativa tem "um enorme potencial de transformação social, com efeitos positivos para o desenvolvimento econômico do país e também para a redução da desigualdade".

O Ministério da Educação, a Asobancaria e o Banco da República trabalham desde 2012 na formulação das orientações de educação econômica e financeira deste programa, segundo um comunicado divulgado hoje.

EFE   
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