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Apreendida mais de uma tonelada de cocaína atribuída às Farc

O alcaloide, distribuído em 1.168 pacotes escondidos em 60 bolsas, tem valor estimado em 30 milhões de dólares no mercado negro internacional

7 dez 2014
20h39
atualizado às 21h18
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Colômbia apreendeu mais de uma tonelada de cocaína neste domingo
Colômbia apreendeu mais de uma tonelada de cocaína neste domingo
Foto: El País / Reprodução

Mais de uma tonelada de cocaína, atribuída à guerrilha das Farc, foi apreendida por unidades militares no sul da Colômbia, perto da fronteira com o Equador, informaram as autoridades neste domingo.

Unidades da Armada (Marinha de Guerra) apreenderam 1.123 quilos de cloridrato de cocaína escondidos em uma região pantanosa da foz do rio Mira, 40 km ao sul de Tumaco, no departamento (estado) de Nariño. A droga pertencia a uma coluna móvel das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), indicou a Força Naval do Pacífico em um comunicado.

O alcaloide, distribuído em 1.168 pacotes escondidos dentro de 60 bolsas, tem valor estimado em 30 milhões de dólares no mercado negro internacional, acrescentou o texto.

"A Força-tarefa contra o Narcotráfico 'Poseidon' acaba de ter um excelente resultado operacional que atinge diretamente as finanças da coluna móvel 'Daniel Aldana' das Farc", disse a jornalistas o conta-almirante Paulo Guevara, comandante desta unidade, criada para combater a guerrilha e o narcotráfico em Nariño.

Segundo as autoridades, a mercadoria pertence à comissão de finanças desta coluna móvel das Farc, que pretendia fazer a droga sair pela costa Pacífica colombiana.

Só este ano, a Armada Nacional apreendeu mais de 30 toneladas de cocaína no Pacífico colombiano, destacou o comunicado.

Junto com o Peru, a Colômbia é um dos principais produtores de cocaína do mundo, tendo produzido 290 toneladas em 2013, segundo o Escritório das Nações Unidas contra a Droga e o Crime.

O governo e as Farc buscam há dois anos encerrar um conflito armado que já dura meio século, do qual participaram guerrilhas, paramilitares, agentes do Estado e narcotraficantes, deixando 220 mil mortos e 5,3 milhões de deslocados, segundo cifras oficiais.

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