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Michelle dá bronca em deputado do PL e nega 'churrasco' a Bolsonaro na prisão domiciliar

15 ago 2025 - 13h03
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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) desautorizou a versão do deputado federal Zucco (PL) sobre um suposto "churrasco" para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a prisão domiciliar dele. A manifestação ocorreu nas redes sociais horas após a visita do líder da oposição na Câmara, realizada nesta quinta-feira, em Brasília.

Michelle Bolsonaro, ex
Michelle Bolsonaro, ex
Foto: primeira-dama, rebateu Zucco, líder da oposição - Reprodução/Instagram e X / Perfil Brasil

No mesmo dia, o parlamentar havia publicado vídeo segurando duas peças de carne e mencionando que levaria carvão para a casa de Bolsonaro. Em nota ao jornal O Globo, afirmou que teve "boa intenção", mas que não realizou o churrasco "devido ao estado de saúde" do ex-presidente. A ida dele à residência foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Churrasco proibido ou mal interpretado?

Segundo Michelle, "o episódio ocorrido hoje em minha residência, envolvendo o deputado Zucco, não contou com a nossa anuência". A ex-primeira-dama frisou que a visita tinha caráter restrito e finalidade humanitária. Acrescentou ainda que o evento anunciado pelo correligionário "não ocorreu".

Michelle agradeceu o "carinho" que apoiadores têm demonstrado ao marido e pediu "a colaboração dos próximos visitantes autorizados para que compreendam e respeitem a sensibilidade do momento". Segundo ela, é preciso evitar atitudes que deturpem o objetivo das visitas ou prejudiquem a imagem de Bolsonaro.

Após deixar o local, Zucco classificou como "revoltante" ver o ex-presidente "usando a tornozeleira, com muito soluço, com uma saúde debilitada". Ele afirmou que conversou sobre pautas da Câmara e sobre os "abusos" que atribuiu a Moraes.

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde 4 de agosto, determinada por Moraes. O ministro alegou descumprimento de medidas cautelares, como não utilizar redes sociais de terceiros, no contexto de investigação sobre tentativa de submeter o STF à influência de outro Estado, no caso, os Estados Unidos. O julgamento do ex-presidente está previsto para o próximo mês, sob acusação de tentar articular um golpe de Estado após a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2022.

Perfil Brasil
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