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Haddad afirma que caso do Banco Master pode ser a maior fraude bancária da história do país

Ministro da Fazenda ressalta que a liquidação da instituição envolve recursos de bancos públicos via FGC e defende transparência no processo conduzido pelo Banco Central

13 jan 2026 - 16h00
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, manifestou-se nesta terça-feira (13) sobre o processo de liquidação do Banco Master, conduzido pelo Banco Central. De acordo com o titular da pasta, os indícios apontam para o que pode ser configurado como a maior fraude bancária já registrada no Brasil. O ministro enfatizou a necessidade de cautela institucional, defendendo o equilíbrio entre o direito de defesa da instituição e o rigor na apuração dos fatos.

Fernando Haddad
Fernando Haddad
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil / Perfil Brasil

A liquidação da instituição financeira ocorreu em novembro, sob a justificativa de uma crise de liquidez severa. Em decorrência desse cenário, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) iniciou o ressarcimento de cerca de 1,6 milhão de credores, entre depositantes e investidores. O valor total da operação é estimado em R$ 41 bilhões, o que representa o maior desembolso da história do fundo.

Haddad esclareceu que o caso é de interesse público devido à composição do capital do FGC. Embora seja uma entidade de natureza privada, o fundo recebe aportes significativos de bancos estatais. O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal contribuem com um terço da capitalização do órgão, o que vincula o uso desses recursos ao patrimônio público.

O Ministério da Fazenda tem prestado respaldo técnico à atuação do Banco Central, que atualmente é objeto de análise pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O tribunal apura eventuais falhas procedimentais na condução da liquidação. Recentemente, a autoridade monetária optou por retirar recursos contra a inspeção do TCU, sinalizando cooperação com as investigações após reuniões entre o presidente do BC, Gabriel Galípolo, e ministros da Corte.

O ministro da Fazenda reiterou que a transparência beneficia a credibilidade do sistema financeiro. Segundo Haddad, a análise técnica do Banco Central é sólida e foi acompanhada por aconselhamento jurídico da Procuradoria-Geral da República (PGR). O governo mantém a perspectiva de que a abertura de dados e o cumprimento das fiscalizações reforçam a integridade da operação.

Perfil Brasil
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