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"Me chamam de monstro, de ET, de caveira": mulher que enfrentou 73 cânceres emociona o Brasil com pedido de ajuda

Após quase 28 anos de tratamento e 92 biópsias, Hilária Mireski viu sua história mobilizar milhares de pessoas em campanha divulgada por Will da Bondade Durante quase três décadas, Hilária Mireski enfrentou uma batalha que poucas pessoas conseguem imaginar

21 jul 2026 - 10h50
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Após quase 28 anos de tratamento e 92 biópsias, Hilária Mireski viu sua história mobilizar milhares de pessoas em campanha divulgada por Will da Bondade

Hilária e Will da Bondade: Divulgação Instagram
Hilária e Will da Bondade: Divulgação Instagram
Foto: Vakinha / Vakinha

Durante quase três décadas, Hilária Mireski enfrentou uma batalha que poucas pessoas conseguem imaginar.

Foram 73 cânceres, 92 biópsias e quase 28 anos de tratamento.

Mas ela conta que, em muitos momentos, a parte mais difícil não foi a doença.

Foi o preconceito.

"Me chamam de monstro, me chamam de ET, me chamam de caveira."

A frase foi dita durante um encontro com o influenciador Will da Bondade, parceiro do Vakinha, que decidiu apadrinhar a campanha criada para ajudar a custear o tratamento da paciente.

O vídeo emocionou milhões de pessoas nas redes sociais e, em menos de 24 horas, mobilizou uma corrente de solidariedade que transformou a história de Hilária.

Quase três décadas convivendo com o câncer

Hilária convive com a doença há 27 anos e oito meses.

Ao longo desse período, passou por dezenas de cirurgias, exames e procedimentos.

Mesmo assim, continua trabalhando.

"Quem quiser me seguir vai ver que eu continuo trabalhando", contou a influenciadora durante a conversa com Will.

A rotina inclui uma medicação que ultrapassa R$ 3 mil por mês, além do acompanhamento constante que o tratamento exige.

"A gente tem vergonha de pedir ajuda"

Mesmo diante dos custos elevados, Hilária admite que demorou para aceitar pedir ajuda.

"A gente fica com vergonha, às vezes, de pedir."

Foi justamente essa sinceridade que chamou a atenção de quem assistiu ao vídeo.

Em vez de falar apenas da doença, ela compartilhou sentimentos comuns a muitas pessoas que enfrentam tratamentos longos: o medo de incomodar, a dificuldade de pedir apoio e o impacto que o preconceito causa na autoestima.

Uma corrente de solidariedade

Sensibilizado com a história, Will da Bondade decidiu divulgar a Vakinha e incentivar seus seguidores a contribuírem.

No vídeo, ele lembra que ajudar não depende de encontrar alguém pessoalmente.

"Se você quer fazer o bem, às vezes não precisa encontrar a pessoa na rua."

A mobilização ganhou força rapidamente.

Em menos de um dia, a campanha ultrapassou R$ 178 mil arrecadados, com a participação de milhares de pessoas.

Um sonho além do tratamento

Apesar de todos os desafios, Hilária ainda faz planos.

Ao final do encontro com Will, ela revelou um sonho que carrega há anos.

Quer se tornar palestrante.

"Me ajudem. Esse é meu sonho."

Apesar dos quase 28 anos de tratamento, Hilária continua fazendo planos.

O maior deles é subir a um palco e transformar a própria história em inspiração para outras pessoas.

Enquanto esse dia não chega, a Vakinha ajuda a garantir que ela possa continuar o tratamento e seguir em frente. Ajude a Hilária!

Vakinha
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