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Malafaia diz que hora de Moraes vai chegar e compara PF à polícia da Alemanha nazista

22 ago 2025 - 13h21
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Alvo de investigação da Polícia Federal, o pastor Silas Malafaia voltou a atacar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Em culto realizado nesta quinta-feira (21), no templo da Assembleia de Deus Vitória em Cristo da Penha, no Rio de Janeiro, ele disse que "a hora" do magistrado "vai chegar". Durante o discurso, comparou a Polícia Federal com a Gestapo, a polícia política da Alemanha nazista.

Malafaia é investigado pela PF por obstruir processo da tentativa de golpe
Malafaia é investigado pela PF por obstruir processo da tentativa de golpe
Foto: Reprodução / Perfil Brasil

Na véspera, quarta-feira (20), Malafaia foi alvo de operação da PF. Agentes apreenderam seu celular e quatro cadernos, um deles com rascunhos de discursos e vídeos. O pastor reagiu afirmando: "Esse homem [Moraes] vai ser julgado pelas leis desse país ou pelas leis de Deus. Vai chegar a hora dele. Não desejo mal a ninguém, mas vai chegar".

O líder religioso também criticou a divulgação de mensagens usadas no relatório que indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Para Malafaia, a exposição das conversas teria como finalidade "desviar a atenção da sociedade dos crimes de Moraes". Em seguida, acrescentou: "Como prendem um passaporte de um líder religioso respeitado? Coisa do chefe da Gestapo. Isso não é Polícia Federal".

Malafaia se distancia da família Bolsonaro?

Em outro momento do culto, Malafaia abordou mensagens trocadas com Bolsonaro, nas quais aparece criticando o filho do ex-presidente. "A conversa mostra que não sou puxa-saco, sou independente, critico quando tenho que criticar. Tenho intimidade e falo até bobagem", disse.

O pastor afirmou que já fez críticas anteriores à família e citou áudios enviados para Bolsonaro, Michelle e os filhos, "largando o aço por não se posicionarem firmemente contra Pablo Marçal" durante a disputa pela Prefeitura de São Paulo, em 2024.

Sobre o apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2002, justificou dizendo que, à época, o segundo turno opunha Lula, de esquerda, a José Serra (PSD), descrito por ele como de centro-esquerda. Para Malafaia, Aécio Neves (PSDB) também se enquadraria nessa categoria.

Perfil Brasil
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