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Lula diz ter escolhido "mulher bonita" para reduzir distância com o Congresso

12 mar 2025 - 15h34
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (12) que a nomeação da ministra Gleisi Hoffmann para a Secretaria de Relações Institucionais foi uma estratégia para reduzir a distância entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional. Durante evento no Palácio do Planalto, ele mencionou que escolheu uma "mulher bonita" para o cargo, citando os presidentes do Senado e da Câmara como alvos da aproximação.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Foto: Reprodução / Perfil Brasil

"O que a gente quer é facilitar que vocês tenham acesso ao crédito. Acho muito importante trazer aqui o presidente da Câmara e do Senado, porque uma coisa que eu quero mudar, estabelecer a relação com vocês, por isso eu coloquei essa mulher bonita para ser ministra das Relações Institucionais, é que eu não quero mais ter distância de vocês", declarou Lula na cerimônia de assinatura da Medida Provisória que institui a linha de crédito consignado chamada Crédito do Trabalhador.

O presidente também afirmou que a relação entre os poderes deve ser mais transparente para a população.

"Não quero que alguém ache que o presidente está distante do presidente da Câmara, está distante do presidente do Senado. Temos que mostrar, para a sociedade, que nós somos, em lugares diferentes, pessoas com o mesmo compromisso de defender a soberania do país, o bem-estar do brasileiro", acrescentou.

Quem é a nova ministra das Relações Institucionais?

A posse de Gleisi Hoffmann no comando da articulação política ocorreu na última segunda-feira (10). Ela substituiu Alexandre Padilha, que assumiu o Ministério da Saúde após a demissão de Nísia Trindade. No primeiro dia no cargo, a nova ministra precisou lidar tanto com negociações políticas no Congresso quanto com disputas internas dentro do próprio PT.

"Cabeçudão do Ceará" e mais apelidos de Lula

Além do comentário sobre Hoffmann, Lula fez outras declarações descontraídas durante o evento. Ele elogiou a aprovação da reforma tributária no Congresso e aproveitou para brincar com o deputado José Guimarães, a quem chamou de "cabeçudão do Ceará".

"Não é possível fazer reforma tributária em regime democrático, ela só é feita em regime autoritário. E nós conseguimos fazer com a participação de todos os os deputados e senadores. E nós só temos 9 senadores de 81, e 70 deputados em 513. E nós fizemos isso. Muito por conta da competência do nosso deputado, na Câmara, pelo trabalho primordial do Guimarães, esse cabeçudão do Ceará, e pelo companheiro Jaques Wagner, que é um companheiro da mais alta qualidade de negociação", disse.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também foi alvo de comentários do presidente. Lula afirmou que ele deveria demonstrar mais carisma em discursos públicos.

"Tenho a felicidade de ter o Haddad de ministro da Fazenda. Companheiro que nem sempre é o mais feliz quando pega o microfone. Eu falo que ele tem que passar um pouco de charme. Fico pensando se as pessoas têm noção do que o companheiro Haddad já patrocinou como ministro da Fazenda nesses dois anos", afirmou.

Apesar da observação, Lula fez questão de elogiar o trabalho do ministro e garantiu que ele será "o melhor ministro da Fazenda da história" até o fim do mandato.

Perfil Brasil
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