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Jovem fica 48 horas acreditando estar grávida após erro em resultado de exame: ‘Me desesperei’

Eduarda, 20, foi fazer o teste de Beta HCG para poder colocar o DIU Mirena e recebeu um resultado errado que apontava que ela estava grávida

21 jul 2023 - 14h01
(atualizado às 14h02)
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Eduarda Pompeu ficou cerca de 48 horas acreditando estar grávida após erro em resultado de exame
Eduarda Pompeu ficou cerca de 48 horas acreditando estar grávida após erro em resultado de exame
Foto: Arquivo Pessoal

Em uma semana marcada por momentos de tensão e desespero, Eduarda Pompeu, de 20 anos, passou por uma situação que achou que mudaria completamente sua vida. A jovem recebeu um resultado positivo em um teste de gravidez, o que a levou a ter que planejar a chegada de um filho, mas cerca de 48 horas depois, descobriu que o resultado estava equivocado. Ela contou o ocorrido nas redes sociais e a história acabou viralizando. 

Tudo começou quando Eduarda decidiu colocar o DIU Mirena, um método contraceptivo intrauterino. A ginecologista solicitou alguns exames, incluindo uma ultrassonografia e o teste de Beta HCG, para garantir que a jovem não estivesse grávida antes do procedimento.

Ao Terra, Eduarda conta que realizou os exames alguns dias antes do procedimento, sem imaginar que pudesse estar grávida. Ela confiava no uso correto do contraceptivo e sempre se cuidou. 

"Eu estava bem tranquila, até porque na minha cabeça nem existia a possibilidade de eu estar grávida. Tanto que eu recebi o resultado do exame e nem abri, só na segunda-feira à noite [da semana passada], um dia antes que eu faria o procedimento do DIU, que fui abrir para uma olhada. Foi quando eu abri que veio o choque e o desespero", relembrou. 

Segundo a jovem, o resultado apontou que ela estava grávida de três a quatro semanas. "Pensei: 'não é possível, acho que estou vendo errado'. Fui pesquisar no Google para ter certeza. E o pior que na internet vi que aquele resultado realmente mostrava que eu estaria grávida. Comecei a chorar, vomitei, passei muito mal. Me desesperei". 

A notícia repentina abalou Eduarda, que mora com o pai. Ao contar o ocorrido para o pai, ele a tranquilizou, mas a jovem conta que ainda assim não conseguia conter as lágrimas de desespero.

Buscando apoio e uma segunda opinião, Eduarda ligou para sua mãe, que é enfermeira. Ao ver o exame, a mãe também afirmou que o resultado apontava uma gravidez. 

"Eu fiquei ainda mais nervosa, sem conseguir parar de chorar. Minha mãe falou para eu ficar calma, que no dia seguinte a gente iria procurar uma segunda opinião. Eu nem dormi, só chorava a noite inteira. É uma notícia que abala, porque você pensa como sua vida vai mudar completamente. E eu sou nova e iria colocar o DIU, ou seja, não pensava em ter filho ainda". 

A jovem e a mãe então foram ao laboratório fazer um segundo exame. Enquanto fazia a coleta de sangue, Eduarda mostrou o primeiro exame à enfermeira, que também confirmou que aquele resultado mostrava que ela estava grávida. A situação a deixou ainda mais nervosa e ansiosa. Sua amiga tentou confortá-la e a levou para passear, conversando com ela sobre os lados positivos da maternidade, e juntas já começaram a planejar o chá de bebê e até pensar em nomes.

No dia seguinte, ainda com a esperança de um resultado diferente, Eduarda foi à consulta com a ginecologista que colocaria o DIU. Ela explicou o ocorrido à médica, que solicitou um novo ultrassom. Surpreendentemente, o ultrassom não mostrou nada, o que levou Eduarda a questionar diversos cenários preocupantes. "Já pensei se seria alguma gravidez de risco ou se o bebê tinha algum problema de saúde", conta. 

A jovem passou por mais exames, e tanto o segundo teste de Beta HCG quanto o terceiro deram negativo para gravidez. Segundo ela, a diferença entre os resultados positivo e negativos era muito grande, o que fez a sua ginecologista acreditar que o primeiro laboratório cometeu um erro. A médica orientou Eduarda a voltar ao laboratório para esclarecer a situação.

No primeiro laboratório, Eduarda explicou o ocorrido e afirma que recebeu a confirmação de que, de fato, houve um erro por parte da equipe. "Nossa fiquei super chateada, por tudo que passei, o nervoso, tudo isso mexeu com meu psicológico e eu tive até que ir no psiquiatra tomar calmante. É um absurdo isso. Foi muito constrangimento", relatou. 

Agora, Eduarda relata que está definindo quais atitudes tomar em relação ao laboratório. A jovem afirma que espera que seu caso sirva como alerta para a importância da responsabilidade e da precisão nos resultados de exames médicos, que podem ter consequências psicológicas na vida dos pacientes.

Ao Terra, o laboratório Ecolabs - onde a jovem fez o primeiro teste de gravidez - afirmou que está em contato direto com a paciente para maiores esclarecimentos e que posteriormente a empresa irá emitir uma nota oficial sobre o caso. O espaço segue aberto para futuras manifestações. 

Fonte: Redação Terra
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