Quais são seus ídolos no esporte e na política?
Eu fui atacante de ponta na seleção brasileira e, no esporte, eu tive o Xandó como primeiro ídolo. Na época, ele era um dos melhores atacantes do mundo. Eu consegui jogar com o Xandó. Depois ele saiu e eu fiquei com a posição dele.
Na política, a Marina Silva. Hoje todo mundo joga a política em uma vala comum, como uma coisa que não presta. Você vê candidatos por aí dizendo que não tem como a política ficar pior. Você está colocando pessoas lá para realizarem projetos que mudem a situação para melhor. Se você puxar a carreira política da Marina, você não acha nenhum problema. E acho que é assim que o político tem que ser: sério, trabalhar para o povo, porque ele foi colocado lá para fazer isso.
Temos uma Copa do Mundo e uma Olímpiada pela frente e todo mundo só vê o lado do futebol. Temos tantos projetos para serem montados para 2016, que já começaram, a partir do momento que o Rio de Janeiro ganhou as eleições para sediar a Olímpiada. Nós temos que estar perto, com a experiência administrativa, com a experiência de quadra. Nós temos muita coisa a somar pelo Brasil.
Eu não tenho tempo na televisão, mas tem muita gente que eu encontro na rua e fala “Ô, Pampa, você é candidato?”. O PV não tem tempo na televisão, eu entendo. A Marina está até pedindo para votar nos candidatos da legenda. É uma pena, porque muitas pessoas votariam em mim pelo passado que eu tive, pelo o que eu fiz pelo País. Nós somos uma geração vencedora, uma geração limpa. Depois que você fica 20 anos para fazer um nome no esporte, você não vai querer manchar com qualquer porcaria. Nossa política tem que trabalhar pelo cidadão, como quando nós íamos para a quadra e mostrávamos raça e vontade de ganhar pelo Brasil.