Boa parte de suas propostas estão ligadas à sustentabilidade. Isso o influenciou na escolha do partido ou foi o partido que o influenciou após sua escolha?
As duas coisas, elas se completam. Por isso a escolha do PV (Partido Verde) na questão da sustentabilidade. Acho que o diálogo da população nos próximos 30 anos vai ser a sustentabilidade, o meio ambiente, a camada de ozônio, o aquecimento global. Nós já temos muitos indícios do que está ocorrendo, como alagamentos, secas. Hoje você não sabe mais que dia vai fazer sol, que dia vai chover. O País tem que se desenvolver, mas o custo é muito alto. Se não preservamos aquilo que tem que ser preservado, o futuro não vira futuro, é só para gente, é só presente. Isso é ser egoísta com as próximas gerações.
E você viu no PV o melhor partido para encaixar suas propostas quanto a isso?
Com certeza, porque ele é um partido visionário em relação à questão ambiental no planeta. Nós também temos, dentro do partido, propostas ligadas ao esporte, cultura, música, saúde, educação. Não é aquele partido que todo mundo quer rotular como o partido que só fala de ecossistema, de ecologia. Essa é uma bandeira muito forte que nós temos, mas todas as outras áreas são preenchidas com gente capacitada para realizar esses projetos.