Quais são seus projetos para o esporte como deputado federal?
Nós temos que mudar algumas leis no País. Tem que ter a valorização do profissional da educação física, que é um segmento que hoje ainda está muito defasado. Vamos providenciar a contratação de professores nos municípios e Estados, através de concursos públicos, que são vinculados à Secretaria de Educação. Desenvolvimento do esporte nas microrregiões mais necessitadas do Brasil, para colocar projetos esportivos comunitários dentro das escolas, para diminuir o índice de violência entre os adolescentes, o número de usuários de crack. Muitos candidatos falam das clínicas de reabilitação, elas são importantes, mas nós temos que atingir a base, aumentar a quantidade de esporte e lazer para essas crianças, para que não tenhamos que ficar tratando depois. Temos que cortar o mal pela raiz.
Na área de música temos um monte também, por exemplo, a questão dos direitos autorais. Tem muita gente reclamando, porque está passando uma PEC em Brasília, a PEC 98, que determina que no uso de músicas em eventos cívicos não precisa haver recolhimento de direitos autorais. Isso atinge aquelas pessoas que criam, registram suas músicas, para depois vê-las sendo usadas de graça. É o direito do cidadão que está sendo invadido. Por isso que tem muita gente da área da música que está me apoiando. O Exaltassamba está comigo, o Leonardo também, Calypso, Zezé di Camargo.
Você tem algum envolvimento com a música?
Se eu for dizer que não, é mentira, porque meu pai cantou a vida inteira, na época de Jair Amorim, Evaldo Gouveira, Manezinho Araújo, Nelson Gonçalves, aquele pessoal da antiga. Ele morou no Rio de Janeiro por muito tempo, essa turma cantava com ele, tinha suas composições, mas eu segui para o lado do esporte. Minha filha também veio para ser cantora, começou com 9 anos, hoje tem 22, já lançou disco, foi em programas de televisão. Ela canta pop/rock.