Campeão olímpico, ex-jogador de vôlei Pampa quer provar que tem força na política


O que o levou a trocar o esporte pela política?
Trocar não, né? Eu continuei meu trabalho no esporte, na parte administrativa. Foi um seguimento natural das coisas. Depois que eu parei de jogar fui para o Ministério do Esporte, fiquei lá por dois anos e depois assumi o cargo de secretário de esportes em Suzano (SP). Minha principal bandeira sempre foi o esporte. Normalmente as pessoas param de jogar, fazem curso técnico, viram supervisores e tal. Eu fiz curso técnico, mas preferi seguir a área administrativa.

Você recebeu o apoio de muitos esportistas?
Recebi. Eu tenho no meu site uma área para amigos da música, portadores de deficiência e esportistas também. Lá tem o Gustavo Borges, Gustavo Endres, Giovani, Ricardinho. É que agora o pessoal está jogando e fica muito difícil de fazer a gravação para colocar lá, mas alguns também me ligam para apoiar; o Maurício, por exemplo.

Pampa ressalta ser o único candidato campeão olímpico do País / Crédito: divulgação
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