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Imigrantes brasileiros na Austrália estão entre um dos mais qualificados academicamente

1 nov 2018 - 13h46
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De acordo com Eduardo Picanço Cruz, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), do Rio de Janeiro, por meio de estudos realizados sobre as viagens do Brasil para a Austrália, estudantes brasileiros são o grupo de imigrantes com mais diplomas universitários no país oceânico, conforme entrevista concedida ao portal australiano SBS.

O estudo teve como objetivo apontar os motivos que levaram à migração desses brasileiros já consolidados na Austrália. A grande maioria é de pessoas que decidiram migrar após o período de estudos anterior na Oceania. A pesquisa foi realizada com 610 imigrantes do Brasil que já viviam em território australiano.

Por meio de dados estatísticos do censo da Austrália de 2011, a pesquisa aponta que, para os imigrantes que possuem diploma universitário, o país brasileiro ocupa a primeira posição em relação à extensão da comunidade na Austrália. Caso inclua MBAs, mestrados e doutorados, o Brasil conta com um quarto grupo de imigrantes mais qualificados do país, ficando somente atrás de Bangladesh, Índia e Nepal, países asiáticos mais próximos em termos geográficos.

Segundo estudos atuais, os imigrantes brasileiros têm aumentado a cada ano, o que acontece devido à preocupação que eles têm com seus níveis educacionais. As pesquisas mostram que 82,6% dos estudantes que foram para a Austrália tinham bacharelado ou estavam fazendo um curso de nível terciário, incluindo MBAs, mestrados ou doutorados, afirma Eduardo.

De acordo com a observação de um brasileiro estudante de biologia na New South Wales University, o índice de brasileiros qualificados na Austrália é maior que a taxa de nativos: eles somam 57,45%, em contrapartida, são 18,88% de australianos que possuem o mesmo nível educacional.

Estudantes brasileiros viajam convictos de quais universidades querem estudar

Cruz afirma que os estudantes brasileiros saem do Brasil convictos de quais as universidades querem estudar, os professores de sua preferência e o que pretendem pesquisar. O motivo é por conta de as faculdades australianas estarem entre as mais conceituadas do mundo.

Eduardo diz que o Brasil está na 36ª posição quanto ao número de mestres e doutores que migram para a Austrália. Porém, ao analisar os mestrados e doutorados, o Brasil já avança para a 16ª posição entre os países estrangeiros na Austrália, afirma.

De modo geral, o índice de educação entre os entrevistados registrou um resultado acima da média na comparação com australianos e outros imigrantes. Ele diz que, atualmente, Austrália e Canadá são a preferência de jovens estudantes brasileiros.

A oportunidade ainda permite a eles que trabalhem meio período enquanto estão estudando, além de o país oceânico oferecer um padrão de vida com mais qualidade.

De acordo com diversas pessoas que foram entrevistadas, o "clima quase brasileiro" se torna uma vantagem competitiva entre Austrália e Canadá. São muitos os fatores que levam a decisão dos imigrantes, como programas universitários ou períodos da língua inglesa.

Imigrar para a Austrália, de fato, pode ser uma alternativa extremamente favorável para quem busca novos desafios na carreira, seja iniciando seu próprio negócio ou para um trabalho tradicional. Os dados mostram que esta transição pode ser realmente cogitada pelos brasileiros que, neste caso, podem necessitar de suporte inicial para que isso ocorra.

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