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Governo proíbe redes sociais e 20 pessoas morrem em protesto

Um protesto contra o bloqueio das redes sociais acaba em confronto; saldo é de 20 mortos e dezenas de feridos

9 set 2025 - 19h28
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Um protesto contra o governo do Nepal terminou com 19 mortos e dezenas de feridos na capital Catmandu nesta segunda-feira. Manifestantes e policiais entraram em confronto.

Governo proíbe redes sociais e 20 pessoas morrem em protesto
Governo proíbe redes sociais e 20 pessoas morrem em protesto
Foto: Contigo

As pessoas protestavam contra um bloqueio das redes sociais que o governo impôs na semana passada. As plataformas como Facebook e Instagram foram bloqueadas. O Nepal tem uma população de 30 milhões de pessoas, e 90% delas usam a internet.

Os manifestantes também protestavam contra acusações de corrupção no governo. Eles levavam cartazes com frases como "Fechem a corrupção, não as redes sociais".

O governo justificou o bloqueio das plataformas. Ele disse que as redes sociais não colaboraram no combate a crimes online, como discurso de ódio e notícias falsas.

Milhares de manifestantes tentaram invadir o prédio do parlamento. A polícia usou gás lacrimogêneo, cassetetes e balas de borracha para dispersar a multidão. Mais de 100 pessoas, incluindo 28 policiais, ficaram feridas.

Após o confronto, as autoridades impuseram um toque de recolher na área do parlamento e em outras partes da capital. Um porta-voz da polícia disse que a medida foi tomada porque os manifestantes "ficaram violentos".

Protestos parecidos também aconteceram em outras cidades do país.

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Leia também: Senadores fazem protesto e usam adesivos na boca após prisão de Bolsonaro

A prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro causou tumulto no Senado na última terça-feira, 065/08. Senadores da oposição organizaram um protesto contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

Nas mesas do Senados, os parlamentares apareceram com adesivos na boca em forma de apoio a Bolsonaro. Eles denunciaram uma suposta censura promovida pela Corte.

O protesto teve a adesão de senadores de oposição, como Carlos Portinho (PL-RJ), líder do PL, e outros representantes do PL, como Izalci Lucas (DF), Marcos Pontes (SP), Magno Malta (ES), Marcos Rogério (RO) e Jorge Seif (SC), além de Eduardo Girão (Novo-CE). Essa ação faz parte da estratégia da oposição para obstruir o andamento dos trabalhos no Congresso. Continue lendo aqui!

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