Gente! Fumaça de churrasco mata avô, mãe e filha em Belo Horizonte
Foi concluído o inquérito pela Polícia Civil de Minas Gerais sobre a morte de uma família por causa de fumaça em um apartamento de Belo Horizonte
Foi concluído o inquérito sobre a morte de uma família em um apartamento de Belo Horizonte, pela Polícia Civil de Minas Gerais no mês passado. E a conclusão apontou que a fatalidade foi provocada por Daniela Teixeira Antonini, 42, uma das mortas na tragédia. O caso foi registrado, então, como homicídio qualificado seguido de suicídio. O inquérito foi remetido à Justiça estadual de Minas Gerais e a polícia pediu o arquivamento.
Histórico da família
Daniela Antonini era separada do marido, que ajudava com a pensão e os altos custos do tratamento da filha que nasceu com uma doença rara de má formação no sistema digestivo. A situação delicada se acopla ao desemprego de Daniela e as dificuldades financeiras, provocando um quadro grave de depressão.
A polícia suspeita, com as análises e investigações, que Daniela planejou a morte da filha, Giovanna Antonini Vasconcelos, de 1 ano e 11 meses, e de sua mãe, Cristina Lúcia Bastos Teixeira, 68 anos. A informação foi divulgada pela delegada do caso, Iara França Camargos, durante coletiva de imprensa na última quinta-feira (26).
Como aconteceu?
Depois que a dona Cristina e a bebê Giovanna dormiram, Daniela ligou a churrasqueira com todas as janelas e portas fechadas e também deitou para dormir. Foi então que as vítimas morreram asfixiadas por monóxido de carbono resultante da queima de carvão dentro do quarto, e a Daniela também faleceu junto. Os quatro cachorros da família que também estavam na casa foi encontrados sem vida.
Os corpos foram achados no dia 9 de maio, já em estado de decomposição. A investigação apontou que as três morreram por volta do dia 6 de maio, o que explica o cheiro muito forte que os vizinhos sentiram vindo do apartamento.
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