Fiocruz aponta agravamento de síndromes respiratórias no Rio Grande do Sul
O imunizante oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) protege contra três cepas da influenza e é destinado aos grupos prioritários
O Rio Grande do Sul entrou na categoria de risco para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), conforme aponta o novo boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (21) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A mudança ocorre após o crescimento das notificações de doenças respiratórias no Estado, que anteriormente estava em situação de alerta. Segundo o relatório, a Influenza A segue sendo o vírus de maior circulação no território gaúcho, responsável por casos graves e aumento das hospitalizações.
Dados da Secretaria Estadual da Saúde (SES) mostram que 408 pessoas foram hospitalizadas por questões respiratórias entre os dias 10 e 16 de maio. O boletim também aponta circulação do Vírus Sincicial Respiratório (VSR), além de destacar que Porto Alegre está entre as capitais brasileiras com crescimento nas notificações. Até o momento, o Rio Grande do Sul já contabiliza 237 mortes relacionadas às síndromes respiratórias em 2026.
O aumento dos casos ocorre em praticamente todo o país, com exceção de Rondônia, e reforça o alerta das autoridades sanitárias para a importância da vacinação contra a gripe. O imunizante oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) protege contra três cepas da influenza e é destinado aos grupos prioritários. Especialistas também recomendam cuidados como higienização frequente das mãos, atenção a sintomas gripais e uso de máscara em caso de infecção respiratória.
Comentários
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.