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CÚPULA DAS AMÉRICAS

União Européia pode ser alternativa do Mercosul à Alca

Marta Vargas/Redação Terra

Foto AP
Destino dos países latino-americanos serão discutidos em Quebec (AP)

O subsecretário de Assuntos de Integração Econômica e Comércio Exterior brasileiro, José Alfredo Graça Lima, disse que o Mercosul pode conseguir um acordo com a União Européia (UE) antes da criação da Área de Livre Comércio das Américas (Alca), caso os europeus tenham uma oferta viável em matéria de agricultura.

Graça Lima considerou que podem acontecer avanços proximamente nas negociações de um acordo comercial entre a União Européia e o Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) com os sinais de que os europeus podem apresentar uma proposta em julho em matéria de agricultura.

"Caso saia esta proposta no meio do ano, ou até dezembro, poderíamos acelerar essas negociações, o que para a Alca seria impensável", declarou Graça Lima num seminário sobre a Alca organizado pela Câmara de Comércio dos Estados Unidos (Amcham) no começo de abril.

Os sul-americanos exigem da UE uma reforma da Política Agrícola Comum (PAC), que outorga subsídios aos agricultores europeus e que os membros do Mercosul consideram o principal obstáculo para exportar seus produtos, especialmente os agrícolas.

"Existe uma disposição maior dos europeus que antes", disse Graça Lima. Segundo ele, a UE "quer aumentar a participação em nosso mercado e tem que fazer uma oferta e isso envolve agricultura".

O subsecretário disse que a negociação com a Europa "é mais ágil, porque envolve só dois blocos, o Mercosul e a UE, e não 34 países como a Alca. As negociações podem ocorrer mais rápido pelo fato de não haver ainda data para sua conclusão".

Para Graça Lima, os acordos na Alca não se definirão enquanto os Estados Unidos não conseguirem o "fast track", a autorização do Congresso para negociar em matéria comercial, que será quando se definirá se estão dispostos a abrir mais seus mercados, a principal demanda brasileira.

O ministro das Relações Exteriores, Celso Lafer, disse que para o Brasil é uma questão de "arquitetura" de suas relações comerciais negociar com a Europa e também com a América. Pelo menos 50% das exportações brasileiras vão para mercados americanos e 30% para a Europa.

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