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Robô com "pele quente" e rosto humano realista causa debate sobre limites éticos

Com temperatura corporal similar à nossa, Moya, a nova robô chinesa, acende alerta sobre o limite entre humanos e máquinas no futuro

24 fev 2026 - 11h12
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A tecnologia acaba de cruzar uma linha que parece saída dos filmes de ficção científica. A startup chinesa DroidUP apresentou em Xangai a Moya, uma robô humanoide que não apenas se parece com uma pessoa, mas também tem a "pele quente". Com uma temperatura corporal que varia entre 32°C e 36°C, ela foi projetada para passar a sensação de um ser vivo ao toque, tentando criar uma conexão emocional inédita entre máquinas e humanos no setor de serviços.

Moya, uma robô humanoide que não apenas se parece com uma pessoa, mas também tem a "pele quente"
Moya, uma robô humanoide que não apenas se parece com uma pessoa, mas também tem a "pele quente"
Foto: Reprodução / Perfil Brasil

Robô com pele quente

A Moya é descrita como a primeira robô "altamente biônica" do mundo. Além da pele quente,  impressiona pelo realismo. Ela utiliza câmeras escondidas atrás dos olhos para reconhecer quem está por perto. Assim, simula expressões de alegria, raiva ou tristeza. Além disso, a máquina conta com sensores avançados para caminhar de forma autônoma em locais movimentados, como bancos e museus. Segundo o fundador da empresa, Li Qingdu, um robô que convive com pessoas precisa ter calor e temperatura para ser aceito como parte da rotina.

No entanto, a invenção gerou um forte debate ético e custa a bagatela de US$ 176 mil (cerca de R$ 880 mil). Especialistas alertam que o toque quente e as feições humanas podem ser "distópicos", pois eliminam os últimos sinais que nos ajudam a distinguir o que é gente e o que é máquina. Nas redes sociais, o público reagiu com estranheza, citando o desconforto de ver algo tão artificial tentando parecer real demais. Para muitos, a Moya é um teste definitivo sobre o limite da tecnologia em nossas vidas.

Perfil Brasil
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