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Meta derruba perfis de Renan Santos no Facebook e Instagram após Toffoli suspender campanha digital

Perfis do Facebook e Instagram do candidato à Presidência foram removidos, assim como o TikTok

1 set 2026 - 09h57
(atualizado às 10h02)
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O candidato à Presidência da República, Renan Santos (Missão), em entrevista coletiva após o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspender a campanha eleitoral online de sua chapa
O candidato à Presidência da República, Renan Santos (Missão), em entrevista coletiva após o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspender a campanha eleitoral online de sua chapa
Foto: JULIA MARTINS/RASPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

A Meta, empresa que controla o Facebook, Instagram e WhatsApp, derrubou os perfis do candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão), nesta terça-feira, 1º, após uma decisão do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Dias Toffoli, que determinou a suspensão da campanha digital do candidato. A ByteDance, empresa responsável pelo TikTok, também suspendeu o perfil de Renan Santos.

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A Meta informou ao TSE que cumpriu a ordem do ministro Dias Toffoli, assim como a ByteDance, para suspender os perfis do candidato do Missão, após as restrições impostas à campanha. Além da suspensão, as contas também foram retiradas das recomendações.

"Ainda, a Meta confirmou que tornou indisponíveis as contas e perfil de mesmas URLs; e confirmou que as referidas contas e o perfil indicados estão excluídos do sistema de recomendação do respectivo serviço em que se localizam (Facebook e Instagram). O Facebook Brasil reforça o seu espírito colaborativo e de boa-fé para com esta Justiça Eleitoral, especialmente este D. Juízo, e sinaliza que poderá ser novamente oficiado para o atendimento de eventuais novas ordens judiciais, nos termos da lei, por meio do endereço de e-mail", diz o documento.

A decisão do TSE foi divulgada nesta segunda-feira, 31 e também sustou repasses e gastos com recursos do Fundo Eleitoral e a participação do candidato em debates eleitorais.

Ao tentar acessar perfil de Renan Santos, usuário se depara com mensagem da plataforma que diz "Conta não disponível em Brasil. Isso acontece porque estamos acatando uma ordem judicial de TSE para restringir esse conteúdo".
Ao tentar acessar perfil de Renan Santos, usuário se depara com mensagem da plataforma que diz "Conta não disponível em Brasil. Isso acontece porque estamos acatando uma ordem judicial de TSE para restringir esse conteúdo".
Foto: Reprodução/Instagram

A medida foi tomada com base em irregularidades identificadas na comunicação apresentada à Justiça Eleitoral relacionadas a perfis utilizados pela campanha nas redes sociais.

Renan classificou como "absurda" a decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Durante coletiva de imprensa, o candidato afirmou se considerar "vítima de perseguição" e disse que ainda não sabe qual será seu "futuro" na disputa presidencial.

"Decisão monocrática absurda", disse ele, que afirmou ser alvo de uma "cassação branca" e contestou a legalidade da medida. "Mais um abuso, mais um passo à frente de uma espécie de ditadura dentro do Judiciário que vem interferindo não só no processo eleitoral, mas na vida de todos nós. Eu sou mais uma vítima disso", acrescentou.

Segundo Renan, ainda não está definido qual será o seu "futuro" na disputa. "Não sei o destino da minha campanha", afirmou. O candidato, no entanto, disse acreditar que a decisão será revertida.

Fonte: Portal Terra
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