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Eleições: quais os partidos que mais 'perderam' de candidatos a deputado federal em 4 anos

Progressistas lidera encolhimento de disputas para a Câmara dos Deputados com redução de 247 postulantes em relação a 2022

1 set 2026 - 04h58
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Resumo
O Progressistas lidera a redução de candidatos a deputado federal nas eleições de 2026, com queda de 247 postulantes desde 2022, seguido por AGIR, União Brasil, Solidariedade e Cidadania, totalizando 844 candidaturas a menos entre os cinco partidos.

O Progressistas lidera a queda no número de candidatos a deputado federal entre as eleições de 2022 e 2026, com uma redução de 247 postulantes para a vaga. O encolhimento representa uma retração de 51,9% na disputa do partido para a Câmara dos Deputados, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Aviso: Os dados podem sofrer alterações conforme a tramitação dos pedidos de registro no Tribunal Superior Eleitoral.

Quais partidos registraram as maiores perdas de candidatos?

Os cinco partidos que registraram as maiores quedas de candidaturas a deputado federal entre 2022 e 2026 foram Progressistas, AGIR, União Brasil, Solidariedade e Cidadania. Juntas, essas legendas somam 844 candidaturas a menos na disputa pela Câmara dos Deputados em relação à eleição de quatro anos atrás, considerando apenas as siglas presentes nos dois pleitos.

O Progressistas passou de 476 concorrentes para 229. O AGIR perdeu 206 candidatos, encolhendo de 310 para 104. O União Brasil teve 200 nomes a menos, caindo de 482 para 282. O Solidariedade teve uma diminuição de 105, passando de 364 para 259 registros. Já o Cidadania, com 86 candidatos a menos, registrou uma queda de 153 para 67 postulantes ao cargo.

O AGIR teve a maior queda proporcional (66,5%), enquanto o Progressistas lidera a queda quantitativa.

Como a contagem de candidaturas foi calculada pelo TSE?

A apuração toma como base o Portal de Dados Abertos do Tribunal Superior Eleitoral para o primeiro turno de 2026. A metodologia considera apenas candidaturas em disputa efetiva, descartando casos de renúncia, indeferimento, cancelamento, falecimento ou substituição de registro, considerando trajetórias partidárias completas.

Os dados consideram exclusivamente a disputa de primeiro turno para evitar duplicidade de contagem nas estatísticas partidárias. Para manter a coerência histórica, a análise agrupa as legendas por suas trajetórias de fusão — como o União Brasil, que unifica os registros herdados de DEM e PFL.

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