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WhatsApp nega ter sido contratado pela campanha de Bolsonaro

Esclarecimento acontece após o ministro Luís Roberto Barroso determinar que empresas apresentassem informações

12 nov 2018
23h38
atualizado em 13/11/2018 às 07h31
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O WhatsApp, um aplicativo de envio de mensagens, divulgou nota na noite desta segunda-feira, 12, informando ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não foi contratado pela campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para fornecer "serviços de impulsionamento de conteúdo na rede mundial de computadores" em seu favor.

Isso acontece após o relator da prestação de contas do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, atender a um pedido de área técnica e determinar que as principais plataformas (Google, Facebook, Twitter, Instagram e WhatsApp) apresentassem dentro de um prazo de 3 dias informações sobre a contratação ou não de impulsionamento de conteúdo a favor de Bolsonaro durante a última campanha eleitoral.

O presidente eleito Jair Bolsonaro
O presidente eleito Jair Bolsonaro
Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

Acusação

No mês passado, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Jorge Mussi, decidiu abrir uma ação de investigação judicial no TSE pedida pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para que sejam investigadas as acusações de que empresas compraram pacotes de disparos em larga escala de mensagens no WhatsApp contra a legenda e a campanha de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República.

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Estadão

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