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Alta de Bolsonaro é adiada após contaminação de cateter

Informação foi confirmada pelo médico do candidato, que ainda pode deixar hospital neste fim de semana

27 set 2018
17h38
atualizado às 19h47
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Após constatar infecção bacteriana no cateter usado no candidato do PSL, Jair Bolsonaro, a saída do presidenciável foi adiada. A previsão incial era de que o presidenciável iria sair nesta sexta-feira, 28. De acordo com pessoas próximas ao presidenciável, o quadro foi constatado após a retirada do cateter na quarta-feira. Bolsonaro está internado no Hospital Israelita Albert Einstein desde o dia 7 de setembro após sofrer um atentado a faca em Juiz de Fora (MG) no dia 6. A informação foi antecipada pelo site BR18, do Grupo Estado.

Jair Bolsonaro está internado desde 6 de setembro 
Jair Bolsonaro está internado desde 6 de setembro
Foto: Reprodução/Twitter Jair Bolsonaro / Estadão Conteúdo

O médico do candidato de Bolsonaro, Antônio Luiz Macedo, confirmou ao Estado que foi detectada uma contaminação no cateter que estava no braço do presidenciável. “Mas sem repercussão para ele”, disse. Segundo Macedo, a bactéria encontrada foi um germe simples de pele, de “fácil tratamento”. O médico afirmou que Bolsonaro deve ter alta já neste fim de semana.

Bactérias das pele, tanto do próprio paciente, como do profissional que o manipula, podem contaminar o cateter. Sempre que o acesso é retirado, os hospitais fazem exames na ponta do cateter, que fica em contato com o sangue, para saber se ela está contaminada. Ao constatar a contaminação no cateter, é preciso saber se a infecção chegou ou não à corrente sanguínea.

Enquanto isso, o paciente já recebe antibióticos específicos para bactérias da pele, que não são mesmos administrados para o intestino.

Estado apurou também que a avaliação médica repassada a equipe de Bolsonaro é de que o quadro não apresenta nenhum tipo de risco e que o candidato poderia sair neste domingo, 30.  

Bolsonaro foi esfaqueado pelo pedreiro Adelio Bispo de Oliveira e precisou ser operado na Santa Casa da cidade, dia 6. No dia seguinte, ele foi transferido para o Albert Einstein, em São Paulo. A previsão inicial era de que Bolsonaro só retomaria a suas atividades no final deste mês.

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Estadão
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