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'Ele está estarrecido', diz defesa de Bolsonaro após denúncia da PGR

19 fev 2025 - 09h01
(atualizado às 09h04)
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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reagiu com "indignação e estarrecimento" à denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), que o acusa de envolvimento em um suposto plano para um golpe de Estado. Em nota divulgada nesta quarta-feira (28), os advogados afirmam que Bolsonaro jamais compactuou com qualquer tentativa de romper a ordem democrática no país.

O ex
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Foto: presidente Jair Bolsonaro - Marcelo Camargo/Agência Brasil / Perfil Brasil

O documento destaca que, mesmo após quase dois anos de investigações, não há provas concretas que vinculem o ex-presidente à suposta conspiração. Os advogados ressaltam que Bolsonaro foi alvo de diversas diligências, incluindo a prisão de aliados próximos e a análise detalhada de seus aparelhos telefônicos, sem que nenhum indício fosse encontrado.

"Não há qualquer mensagem do Presidente da República que embase a acusação, apesar de uma verdadeira devassa que foi feita em seus telefones pessoais", afirma a defesa.

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Qual a base da denúncia contra Bolsonaro?

Os advogados contestam o material usado pela PGR, alegando que a acusação tem como fundamento uma delação premiada cujas versões teriam sido alteradas diversas vezes por um único delator. A defesa argumenta que a inconsistência desse testemunho compromete a credibilidade da denúncia.

"A inepta denúncia chega ao cúmulo de lhe atribuir participação em planos contraditórios entre si e baseada numa única delação premiada, diversas vezes alterada, por um delator que questiona a sua própria voluntariedade", diz o comunicado.

O texto também critica o que considera uma tentativa de construir uma narrativa sem respaldo em provas materiais. Segundo os advogados, as investigações não encontraram mensagens, documentos ou qualquer outro elemento que pudesse comprovar a acusação.

A nota finaliza afirmando que Bolsonaro mantém sua confiança na Justiça e espera que a denúncia não prospere devido à falta de coerência e de evidências concretas.

A PGR ainda não se manifestou sobre as alegações da defesa. Enquanto isso, o caso segue sob análise do Judiciário, que decidirá os próximos passos do processo.

Perfil Brasil
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