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Fuvest: candidatos reclamam de prova de exatas e elogiam humanas

7 jan 2014 - 15h52
(atualizado às 16h32)
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Lisa Werebe, 18 anos, que prestou vestibular para o curso de Letras, gostou da prova
Lisa Werebe, 18 anos, que prestou vestibular para o curso de Letras, gostou da prova
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

Os primeiros candidatos a terminarem a prova na Escola Politécnica, na Cidade Universitária, no terceiro e último dia da Fundação Universitária para Vestibular (Fuvest), que seleciona alunos para a Universidade de São Paulo (USP) e para Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa, reclamaram do conteúdo das provas de física, química e matemática, mas elogiaram as questões de geografia e história. O exame desta terça-feira dia teve 12 questões de duas ou três disciplinas relacionadas ao curso escolhido pelo candidato.

Lisa Werebe, 18 anos, que prestou vestibular para o curso de Letras respondeu a questões de história e geografia. “Achei que foi uma prova inteligente”, elogiou a estudante. Segundo ela, a prova abordou assuntos como a história da Alemanha e da União Soviética, além da Ditadura do ex-presidente Getúlio Vargas no Brasil.

Já Débora Diniz, 18 anos, que tenta cursar pedagogia, acredita ter se dado bem em história e geografia, mas não em matemática. “Essas duas foram mais tranquilas por serem na minha área, mas odiei a prova de exatas. Tentei, mas não saiu”, disse.

Gabriel Nespoli, 18 anos, prestou para gestão ambiental
Gabriel Nespoli, 18 anos, prestou para gestão ambiental
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

Gabriel Nespoli, 18 anos, prestou para gestão ambiental e concordou sobre as questões de exatas. “Geografia estava mais fácil, com perguntas sobre os conflitos entre as Coréias do Sul e do Norte e gráficos sobre a população brasileira. Mas química, com esterificação, estava mais ou menos. Física estava muito difícil, com questões sobre satélites e movimentação de astros”.

Mesmo Gustavo Pinheiro, 23 anos, que já é formado em engenharia, disse que as provas de matemática, química e física estavam difíceis. “Hoje estava pegado. Me formei esse ano e até ontem estava com esperança, mas mesmo para quem estudou muito em cursinho estava difícil”, disse.

Bárbara Ferrai Ferreira, 18 anos, respondeu a questões de química e biologia e se mostrou confiante
Bárbara Ferrai Ferreira, 18 anos, respondeu a questões de química e biologia e se mostrou confiante
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

Tentando cursar enfermagem, Bárbara Ferrai Ferreira, 18 anos, respondeu a questões de química e biologia e se mostrou confiante. “Biologia estava tranquilo e química eu achei que seria mais difícil. Fiquei surpresa, pois achei mais tranquilo que na primeira fase. Sei que a Fuvest tem essa característica, mas fiquei espantada porque achei tranquilo”.

Terra, em parceria com os professores do Cursinho da Poli, corrige as provas da segunda fase da Fuvest. O índice de abstenção chegou a 7,80% (2.542 ausentes), menor do que em 2013, quando ficou em 8,50% (2.651). Qualificaram-se para a segunda fase 32.569 candidatos (em 2013 foram 31.182) para disputar 11.157 vagas (11.082 no ano passado), sendo 11.057 na Universidade de São Paulo, 100 no curso de medicina da Faculdade de Ciências Médicas Santa Casa de São Paulo.

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Fonte: Terra
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