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UFRJ: professores farão assembleia para decidir se continuam a greve

26 jul 2012 - 10h36
(atualizado às 14h08)
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Os professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) vão realizar uma assembleia geral nesta quinta-feira para decidir pela continuidade ou não da greve. O encontro será no auditório do Centro de Tecnologia (CT), no campus da Ilha do Fundão, a partir das 13h. Os docentes irão analisar a recente proposta governamental, que teve retrocessos como a retirada do cargo de Professor Titular da carreira e as distorções entre os níveis da vida profissional no magistério superior.

O Comando Nacional de Greve (CNG), que negocia em Brasília com o governo federal, aguarda o resultado das assembleias pelo país para decidir se mantém ou não a paralisação nacional, que atinge a todas as universidades do País.

Os servidores da UFRJ, também em greve, protestaram na última quarta-feira contra o reajuste oferecido na terça pelo governo, que varia entre 25% e 40%. A manifestação ocorreu no prédio da reitoria da instituição, na zona norte da capital fluminense.

Para o presidente da Associação de Docentes da UFRJ (ADUFRJ), Mauro Iasi, o governo federal precisa apresentar proposta mais ampla para que a greve termine. "Nós vamos insistir para que o governo responda aos pontos que foram apresentados na reunião passada. Enquanto não responder, a greve continua", destacou. Os professores e servidores reivindicam reestruturação das carreiras e investimentos nas universidades públicas.

Na terça-feira, cerca de 200 alunos da UFRJ ocuparam o prédio onde funcionava a casa de eventos Canecão, que foi devolvido à universidade há cerca de dois anos. Os estudantes querem que o local seja transformado em um centro cultural aberto ao público. O grupo diz que deixará o local somente depois de ser recebido pela reitoria da UFRJ.

Proposta

O governo federal apresentou no dia 24 de julho uma nova proposta às entidades que representam os professores universitários em greve há mais de dois meses. Os aumentos, que serão escalonados durante os próximos três anos, começam a vigorar a partir de março de 2013. Na proposta anterior, feita no último dia 13, o aumento iria vigorar a partir de julho. Veja no quadro abaixo a nova proposta:

Fonte: Terra
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