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Uepa ouvirá aluno e professora sobre suposto caso de racismo

18 set 2012 - 14h04
(atualizado às 14h14)
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A ouvidoria da Universidade do Estado do Pará (Uepa) deve ouvir entre esta terça e quarta-feira a professora Daniela Cordovil e o aluno Paulo de Paula sobre o incidente ocorrido na última sexta-feira, 14 de setembro, no Centro de Ciências Sociais e Educação (CCSE) da instituição. Daniela teria ofendido o vigilante que estava na portaria do local, chamando-o de macaco.

Segundo a universidade, o vigilante tinha ordens de não deixar ninguém entrar pelo portão do CCSE após as 18h, devendo indicar a entrada pela reitoria. A medida foi tomada para garantir a segurança no local, esvaziado pela greve dos docente. Na sexta-feira, o centro recebia um evento, e alguns alunos de Daniela, ao chegarem para participar, ligaram para a professora, que pediu que o vigilante permitisse a entrada dos estudantes. Iniciou-se, então, uma discussão, na qual o aluno Paulo de Paula teria defendido o vigilante.

"Vamos ouvir a professora e o discente. Em um primeiro momento, o vigilante não será ouvido, pois pertence a uma empresa terceirizada", explica Lairson Cabral, ouvidor da universidade, ao afirmar que será realizado um processo administrativo e que, depois, o processo pode se tornar uma sindicância. Em nota divulgada na segunda-feira, a Uepa "reitera que não compartilha de opiniões pessoais que abriguem qualquer tipo de discriminação social, racial, sexual ou de diversidade cultural que contradigam a essência plural da universidade."

O caso foi registrado na Central de Flagrantes da seccional de São Braz.

Fonte: Terra
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