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MEC proíbe Medicina e Direito de ter ensino a distância; veja demais cursos vetados

Medicina, Direito, Odontologia, Enfermagem e Psicologia não poderão mais ser realizadas de forma remota

19 mai 2025 - 14h43
(atualizado às 17h50)
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Com decreto de Lula, Ministério da Educação proíbe Medicina e Direito de ter ensino a distância:

O Ministério da Educação (MEC) publicou nesta segunda-feira, 19, um novo documento que deve regir os cursos online a partir de 2027.

Segundo a determinação não poderá mais haver cursos integralmente online e deverá haver, no mínimo, 20% da carga horária cumprida de forma presencial ou por aulas ao vivo com professores ou atividades síncronas com um mediador.

Além disso, todas as avaliações e provas deverão ser realizadas presencialmente.

Allen fará uma aula online, aberta ao público e gratuita, neste domingo, 30 de março, às 20h (de Brasília), compartilhando essa e outras histórias, além de passar dicas e experiências sobre o esporte de alto rendimento.
Allen fará uma aula online, aberta ao público e gratuita, neste domingo, 30 de março, às 20h (de Brasília), compartilhando essa e outras histórias, além de passar dicas e experiências sobre o esporte de alto rendimento.
Foto: Flipar

A partir da validade da decisão, em 2027, os cursos de Medicina, Direito, Odontologia, Enfermagem e Psicologia deverão obrigatoriamente ser realizados de forma presencial em sua totalidade.

“A área da saúde, por exemplo, Enfermagem, quando chegamos ao ministério, 40% das matriculas que estavam sendo autorizadas eram a distância. Nós suspendemos isso e com certeza essa vai ser uma das áreas que vamos garantir 100%”, disse o ministro da Educação, Camilo Santana, em março.

A mudança nas regras da educação a distância foi adiada por quase seis meses na tentativa de encontrar um melhor momento para divulgar as alterações. O marco deveria ter sido publicado ainda em dezembro, mas acabou prorrogado.

Os jornalistas reclamam dos baixos salários e também de competir com profissionais que nem sequer foram aprovados na faculdade de jornalismo.
Os jornalistas reclamam dos baixos salários e também de competir com profissionais que nem sequer foram aprovados na faculdade de jornalismo.
Foto: íris brito - Flickr / Flipar

Vale ressaltar que os alunos matriculados até o início da nova regra deverão concluir os cursos de acordo com o modelo registrado em suas matrículas.

Desde que assumiu, o ministro da Educação, Camilo Santana, tem defendido uma maior regulação na área. Segundo ele, as mudanças são importantes para garantir a qualidade da oferta. 

*Com informações do Estadão Conteúdo
Fonte: Redação Terra
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