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Servidores do INSS decidem entrar em greve; categoria reivindica reajuste salarial

Paralisação deve afetar a concessão de aposentadorias e análises de seguro-desemprego

10 jul 2024 - 20h23
(atualizado em 11/7/2024 às 00h03)
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Fachada do INSS na Rua Xavier de Toledo, na região do Anhangabaú, no centro de São Paulo.
Fachada do INSS na Rua Xavier de Toledo, na região do Anhangabaú, no centro de São Paulo.
Foto: WERTHER SANTANA/ESTADÃO / Estadão

Os servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) decidiram iniciar greve, em todo o País, a partir desta quarta-feira, 10. A paralisação irá afetar tanto quem trabalha de forma presencial, nas agências da Previdência Social, quanto os que estão em home office.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Seguro Social e Previdência Social no Estado de São Paulo (SINSSP), ainda não há um balanço da adesão. A paralisação deve afetar a concessão de aposentadorias e análises de seguro-desemprego e auxílio-doença.

O governo teme que a greve prejudique a operação pente-fino, que pretende verificar quais segurados não precisam mais do benefício que recebem, o que traria economia de R$ 26 bilhões em despesas obrigatórias, anunciada na semana passada. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o governo já negocia com a categoria. 

Os servidores do INSS pedem reajuste salarial e valorização profissional. Eles devem realizar uma nova assembleia na sexta-feira, 12.   

Fonte: Redação Terra
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