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Os Países Baixos entenderam tão bem a conciliação laboral que, sem querer, adotaram a semana de trabalho de quatro dias

Tanto a produtividade quanto os salários estão acima da média europeia

30 ago 2025 - 08h15
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Foto: Xataka

Quando se fala de países com alta produtividade, todos os olhares tendem a se dirigir à Alemanha ou à Irlanda. No entanto, os Países Baixos se tornaram referência europeia na hora de reduzir significativamente o volume de horas de trabalho em suas jornadas, aproximando-se de forma natural do modelo de semana de quatro dias. Essa tendência chama a atenção tanto por seu impacto na vida cotidiana quanto pelos dados econômicos do país, afastando as teorias alarmistas sobre a ruína econômica.

Segundo uma análise do Financial Times, os neerlandeses desfrutam de uma elevada qualidade de vida, em parte graças ao seu sistema de emprego flexível e bem remunerado, que evoluiu para priorizar o bem-estar pessoal em vez do modelo tradicional baseado em longas jornadas.

Países Baixos e sua jornada reduzida

De acordo com a 4 Days Week Foundation, os Países Baixos estruturaram seu mercado de trabalho de forma que a jornada integral não é o modelo mais comum e grande parte dos empregados prefere trabalhar menos horas de maneira voluntária. No entanto, longe de ser concebida como um modelo de precariedade, a proposta se consolidou em um exemplo de equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Segundo dados do Eurostat de 2023, a jornada média nos Países Baixos é a mais baixa da Europa, com apenas 32,2 horas trabalhadas, frente às 36,4 horas da Espanha ou às 35,5 horas da Irlanda. De acordo com os dados publicados pelo Financial Times, cerca de 50% dos holandeses trabalham em tempo parcial e...

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