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Conheça a farmacêutica mais velha do mundo, que trabalha aos 101 anos

Guinness, o Livro dos Recordes, concedeu à japonesa Kesa Hatamoto o título de farmacêutica mais velha do mundo

17 jun 2024 - 12h51
(atualizado às 16h01)
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O Guinness, o Livro dos Recordes, concedeu à japonesa Kesa Hatamoto, de 101 anos o título de farmacêutica mais velha do mundo. Ela é dona do estabelecimento em que atua há 70 anos. Além de ser responsável pela parte gerencial, a recordista cuida do estoque e administra os pedidos sozinha.

12/06/2024 A farmacêutica mais velha do mundo, 101 anos, diz que sua carreira foi um dever dos céus
12/06/2024 A farmacêutica mais velha do mundo, 101 anos, diz que sua carreira foi um dever dos céus
Foto: Crédito Reprodução via twitter/x/@GWR / Estadão

O anúncio do título aconteceu no último dia 12 de junho, mas a confirmação havia sido feita em 1º de abril, quando Hatamoto tinha 101 anos e 196 dias de vida.

Carreira teve uma pausa

No início de sua carreira, a farmacêutica trabalhou em um laboratório, mas pausou sua carreira quando casou. Tudo mudou quando sua família começou a ter problemas por causa de um empréstimo, segundo ela contou ao site oficial do Guinnes Book.

"Meu marido se tornou fiador (de um empréstimo) para um amigo. Nós tínhamos muita confiança nele, mas as coisas não deram certo", explicou Hatamoto. "No passado, o fiador tinha que pagar o restante do empréstimo. Outro amigo do meu marido lembrou que eu tinha uma licença de farmacêutica e sugeriu que eu deveria abrir uma loja. Como tínhamos preocupações financeiras, decidi tentar."

A loja vendia medicamentos e produtos em geral. Como não havia muitas opções de comércio na região, a farmácia de Kesa encontrou clientes com facilidade. A farmacêutica voltou a investir em conhecimento e estudou medicina chinesa para cuidar do bem-estar dos clientes.

"É uma grande responsabilidade ter um título tão importante"

Após receber o título do Guinness, Kesa diz que não poderia ter tido essa conquista sozinha.

"As pessoas dizem que viram um certificado (do Guinness) pela primeira vez. E eu respondo que também nunca tinha visto um até receber. Eu me sinto com uma grande responsabilidade por ter um título tão importante, mas tanto os clientes quanto a comunidade farmacêutica estão felizes. Todos me ajudaram", afirmou ao site da Guinness.

A farmacêutica afirma que tem vontade de ter mais títulos. "Gostaria de agradecer aos deuses, ao Buda e a todos. Sinto que recebi um dever dos céus para trabalhar o máximo possível na Terra. Agora, estou me sentindo ambiciosa e espero ver um avaliador do Guinness novamente no próximo ano", conta.

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Foto: Crédito Reprodução via twitter/x/@GWR / Estadão
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