Dolphin GT: futuro híbrido plug-in mais barato do Brasil é flagrado em testes
Com a chegada confirmada para 2027, o hatch híbrido da BYD foi flagrado em testes pela primeira vez no Brasil
Flagrado pela primeira vez em testes no Brasil, o BYD Dolphin GT será lançado em 2027 com a expectativa de ser o híbrido plug-in (PHEV) mais barato do país, custando em torno de R$ 130 mil. Provavelmente fabricado em Camaçari (BA), o hatch trará o inédito sistema DM-i Flex, combinando motor a combustão e propulsor elétrico. Além de visual mais limpo que a versão 100% elétrica, o modelo terá amplo pacote tecnológico e autonomia combinada que promete superar os 1.000 km.
O BYD Dolphin ganhará uma versão híbrida no Brasil em 2027 e uma unidade do modelo foi flagrada em testes pelas ruas brasileiras pela primeira vez pelo perfil @placaverde no Instagram.
Batizado como BYD Dolphin GT, conforme apuração do jornalista Jorge Moraes (CNN Brasil), a variante híbrida estreia por aqui já com o sistema híbrido flex da marca.
Apresentado pela BYD e conhecido por nós durante o Festival de Goodwood, na Inglaterra, o modelo foi flagrado com uma camuflagem bem pesada, apesar de a estreia estar relativamente próxima. Com sistema híbrido flex, o hatch da BYD terá um papel extremamente importante para a marca no País.
Ver esse post no Instagram
A expectativa é que o Dolphin GT estreie com a chancela de PHEV (híbrido plug-in) mais barato do Brasil. Na Europa, o modelo já é comercializado e tem versões a partir de 25 mil euros (cerca de R$ 150 mil). Por aqui, seu preço deve ficar abaixo do seu par elétrico, na faixa de R$ 130 mil.
A marca chinesa ainda não confirmou se o Dolphin GT será feito na fábrica de Camaçari (BA). Porém, é muito provável que isso aconteça, porque o sistema híbrido flex da BYD foi desenvolvido exclusivamente para o mercado brasileiro e todos os veículos que o utilizam são montados nacionalmente.
Visual e motorização do BYD Dolphin GT
Apesar da camuflagem pesada no protótipo flagrado, o visual da variante híbrida do Dolphin já é bem conhecido internacionalmente. O hatch traz linhas dinâmicas e bem diferentes da versão elétrica do modelo.
O visual é mais limpo e com menos curvas. A dianteira tem faróis afilados interligados por uma barra preta, enquanto a traseira traz as características lanternas interligadas. As rodas podem variar de acordo com a versão e são de 16 ou 18 polegadas.
O habitáculo mantém o layout tradicional da BYD, com materiais de bom acabamento, central multimídia, quadro de instrumentos digital, teto solar panorâmico e muito mais. Os bancos contam com ajustes elétricos, enquanto o porta-malas oferece até 425 litros de capacidade.
A motorização, no entanto, ainda não foi confirmada pela fabricante. Na Europa, o BYD Dolphin GT combina um motor 1.5 aspirado a gasolina de 95 cv a um propulsor elétrico dianteiro de 163 cv. A potência combinada do conjunto híbrido plug-in (PHEV) varia conforme a opção: entrega 176 cv nas configurações de entrada e atinge 212 cv nas topo de linha.
O sistema é alimentado por baterias Blade (de 7,42 kWh a 18,3 kWh), mantendo a capacidade de recarga na tomada (PHEV) para garantir autonomia elétrica entre 40 km e 105 km no uso diário (ciclo WLTP), enquanto a autonomia combinada pode ultrapassar a marca dos 1.000 km.
Por aqui, o Dolphin GT terá o sistema híbrido flex da BYD (DM-i Flex), mas não sabemos as suas especificações. Há algumas variações do conjunto nos modelos à venda no Brasil, mas majoritariamente se trata da combinação de um motor 1.5 a outro elétrico. As especificações, porém, podem ser diferentes em relação aos outros carros da marca.
Comentários
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.