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Distribuidoras de gás estimam aumento de 20% em contratos com Petrobras e pedem medidas

7 abr 2026 - 17h56
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As ‌distribuidoras de gás canalizado estimam um aumento de 20% em contratos com a Petrobras 100% referenciados no petróleo Brent, a partir de 1º de maio, e pedem ⁠que o governo tome medidas para atenuar ‌os impactos, assim como fez com combustíveis concorrentes, disse o diretor-executivo da ‌associação que as representa (Abegás), Marcelo ‌Mendonça.

Tais contratos são reajustados trimestralmente ⁠e a Abegás projeta um efeito ainda mais alto em agosto, quando poderiam ser reajustados em mais 35%.

As projeções apontam para uma alta média de 50% a 60% ‌em tais contratos em agosto, quando comparados ‌com valores ⁠de fevereiro, ⁠disse Mendonça, considerando dados atuais de mercado.

"A gente não ⁠tem margem, ‌não tem lastro ‌para conseguir suportar um aumento dessa magnitude", afirmou Mendonça, em entrevista à Reuters.

O governo lançou um programa de subvenção ⁠ao diesel e posteriormente agregou o querosene de aviação (QAV), como forma de atenuar os efeitos da disparada dos preços do petróleo e ‌seus derivados no mercado internacional, em meio a uma restrição de oferta gerada pela ⁠guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.

O governo também lançou recentemente um programa de subsídio voltado ao gás liquefeito de petróleo (GLP), o chamado gás de cozinha.

"Quando você incentiva combustíveis concorrentes e até, inclusive, mais poluentes que o gás natural, você acaba incentivando esses combustíveis. E o gás natural, o combustível da transição, perde mercado", disse Mendonça.

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