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Rentabilidade da renda fixa pode ser definida a partir de 3 regras

Muitos brasileiros encontram na renda fixa a oportunidade de valorizar o dinheiro para além da poupança, mas mantendo a segurança

18 jan 2019
12h10
atualizado em 19/1/2019 às 12h00
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Os títulos de renda fixa são investimentos muito procurados por pessoas que descobriram a necessidade de investir a longo prazo e tratar melhor o dinheiro que possuem. Normalmente, a renda fixa é o primeiro contato das pessoas com o mercado de investimentos, afinal, oferece segurança aliada a bons rendimentos.

Foto: Fonte: reprodução / DINO

Pode-se dizer que a renda fixa é uma forma de investimento em que, na hora de escolher os títulos, os investidores podem saber qual rentabilidade vai incidir sobre o dinheiro aplicado.

Mesmo que a previsão sobre a rentabilidade possa não ser exata, afinal alguns títulos são baseados em índices da economia, os investidores podem ter uma estimativa de quanto vão receber ao final do prazo do investimento.

Tradicionalmente, o brasileiro já está acostumado com a renda fixa. A poupança, principal forma de poupar dinheiro utilizada pelos brasileiros, é considerada uma aplicação de renda fixa.

O que muita gente não sabe é que existem títulos que fornecem rendimentos maiores que a poupança e que possuem a mesma segurança e a facilidade que a caderneta oferece aos investidores.

No mercado de investimento, é possível encontrar títulos de renda fixa variados, desde privados até os públicos. A diferença entre os títulos disponíveis é a rentabilidade de cada um, pois podem apresentar rendimentos baseados em diferentes taxas.

De um modo geral, os títulos de renda fixa podem apresentar resultados que são baseados em três rentabilidades diferentes: prefixada, pós-fixada ou híbrida.

Título Prefixado

Os investimentos de renda fixa prefixados são muito procurados no mercado. A rentabilidade desses títulos é definida no momento em que o investidor resolve aplicar o dinheiro. Ou seja, é possível saber com antecedência qual será o valor recebido na data de vencimento.

As opções mais conhecidas que podem oferecer essa rentabilidade são os Certificados de Depósito Bancários, as Letras de Crédito Imobiliário, as Letras de Crédito do Agronegócio e as Letras de Câmbio.

Título Pós-fixado

Diferentemente dos títulos prefixados, a rentabilidade dos títulos de renda fixa pós-fixados não pode ser prevista com exatidão no momento do investimento.

Normalmente, esses títulos estão sempre relacionados a índices econômicos, que influenciam o resultado e o desempenho do investimento ao longo do tempo.

Os títulos que possuem relação com o Certificado de Depósito Interbancário, ou simplesmente CDI, são bons exemplos para este tipo de rentabilidade. Geralmente, esses investimentos são definidos de acordo com uma porcentagem do CDI, resultando em um rendimento que depende do desempenho deste indicador.

Título Híbrido

Por último, os títulos híbridos possuem rentabilidade dividida em duas partes, uma parte prefixada e outra parte pós-fixada. Dessa forma, o rendimento está relacionado ao desempenho de um índice e também a uma porcentagem determinada na hora do investimento.

O exemplo mais conhecido deste título é o Tesouro Direto IPCA. Este investimento depende do desempenho da inflação, afinal o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo é o indicador oficial da inflação no Brasil.

Além disso, também contam com a taxa prefixada, como por exemplo, IPCA+5, neste caso a rentabilidade do título é o resultado do indicador mais 5% de juros. Isso significa que o título sempre vai render acima da inflação, por isso são opções muito procuradas por investidores para o longo prazo.



Website: https://artigos.toroinvestimentos.com.br/renda-fixa

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

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