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Plataforma de mesada educativa terá recursos inéditos de pagamentos instantâneos

Além de cartão de crédito, a plataforma passará a oferecer a transferência instantânea das mesadas, via boleto ou transferência bancária

20 set 2019
10h15
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Uma pesquisa do Banco Central de 2018 mostrou que 96,1% das pessoas preferem usar papel-moeda no dia a dia, o que representa 66% do total de circulação de dinheiro no país. Ao mesmo tempo porém, o número de smartphones ativos no Brasil é superior à quantidade de habitantes: de acordo com a Fundação Getúlio Vargas, são 220 milhões de aparelhos para 207,6 milhões de brasileiros. Os assuntos parecem não estar relacionados, mas encontram uma conexão quando se fala de pagamentos instantâneos.

Foto: Sebra MG / DINO

A Tindin, uma Edfintech - intersecção entre educação, finanças e tecnologia - que uniu educação e serviços financeiros, acaba de fechar parceria com a Levpay - empresa especializada em pagamentos instantâneos - e incluirá em sua plataforma gamificada os recursos de pagamentos instantâneos via boleto e transferência bancária.

O aplicativo Tindin ajuda a desenvolver no público infanto-juvenil habilidades como o hábito de poupar, planejamento, capacidade de negociação, respeito ao dinheiro e gestão financeira, além de disciplina e responsabilidade.

No app, os responsáveis cadastram as crianças, definem os valores das mesadas e escolhem se desejam ou não vincular à realização de tarefas por eles estabelecidas. Desta forma, a criança conquista sua mesada e a administra de forma digital, além de escolher um objetivo material usando a mesada por meio de uma carteira digital.

Precursora no uso do cartão de crédito para pagamento de mesadas, a Tindin sai novamente na frente ao firmar parceria estratégica com a Levpay, especializada em meios de pagamentos instantâneos. Com isto, a startup de educação financeira infanto-juvenil deverá se tornar a primeira edfintech do país a disponibilizar os recursos de mesadas baseadas em transferências e boletos instantâneos, superando grandes fintechs e até mesmo bancos, que podem demorar mais do que 24 horas para confirmar um pagamento por estas vias.

Além da agilidade, os novos recursos permitirão que usuários sem cartão de crédito também utilizem o modelo inovador da mesada educativa eletrônica. Antes da parceria, os pais só possuíam a opção de transferência via cartão de crédito.

O objetivo é garantir que todos, sem exceção, possam usufruir dos benefícios educacionais da mesada educativa eletrônica. "Não importa se a família é de classe alta ou baixa, se ela tem ou não crédito, nosso propósito é inclusivo, ou seja, queremos ensinar finanças na prática para toda criança. E foi a sinergia com este propósito que fez os caminhos da Tindin e da Levpay se cruzarem", afirmou Eduardo Schroeder, fundador e CEO da Tindin. Segundo ele, além do propósito educacional os responsáveis poderão socorrer seus dependentes, assegurando, mesmo a distância, que eles tenham recursos suficientes para atender demandas urgentes, como pagar um lanche na escola.

A Levpay surgiu para democratizar o pagamento, oferecendo uma solução simples e rápida de depósitos e transferências bancárias e possui convênios com os maiores bancos brasileiros: Itaú, Santander, Bradesco, Banco do Brasil e Banco Rendimento, do qual é parceira e recebeu investimento.

"Nossa sinergia com a Tindin começou há mais de um ano, quando participei da Startup Weekend e fui mentor da equipe, que sagrou-se campeã na edição do evento. Acreditamos muito no plano de negócios da empresa e no poder transformador da educação financeira da plataforma. A solução da Levpay oferece opções de pagamentos mais democráticos, já que muitos consumidores não têm cartão de crédito ou não querem usar em suas compras online. Nós aliamos, ao mercado de pagamentos, toda a credibilidade e segurança de um grupo financeiro experiente com a tecnologia inovadora de uma empresa de Inteligência artificial", explica Christian Ribeiro, CEO da Levpay.

Como tudo começou

O cientista da computação e especialista em gestão empresarial Eduardo Schroeder conta que a ideia do negócio começou em casa, quando instituiu a mesada educativa para ensinar finanças para seu filho. Anos depois, o menino fez uma proposta que se transformaria no conceito por trás do negócio: "Ele disse, 'pai, quero comprar seu cartão de crédito, porque lojas online não aceitam moedas', pensei, uau, faz todo sentido!".

Fábio Rogério é graduado em desenvolvimento de sistemas para Internet, pós-graduado em Administração de Banco de Dados e pai da Alice. "Ela nem completou o primeiro aniversário, mas segundo previsões de especialistas, quando ela chegar aos 10 anos, não existirá mais o dinheiro físico", diz o empresário.

Mas o Tindin não se limita a uma carteira digital. O grande diferencial frente aos produtos substitutos do mercado é o trinômio: finanças-educação-gamificação. Não se trata apenas de um meio de pagamento, ou apenas marketplace, tampouco apenas plataforma educacional. É o primeiro ecossistema financeiro a aplicar educação financeira na teoria e na prática.

O mercado B2C potencial da Tindin é formado por jovens entre cinco e 17 anos, que segundo dados do IBGE, movimentam cerca de R$ 40 bilhões todos os anos. Já o mercado B2B, para o qual a Tindin vai direcionar seu modelo de negócio no segundo semestre, é formado por Escolas Fundamentais, treinamentos corporativos e EAD em geral que, juntas, movimentam quase R$ 100 bi anuais. Vale destacar que as Escolas Fundamentais são responsáveis por 60% deste montante e serão obrigadas por lei a incluir educação financeira na grade curricular, já no próximo ano.

"Nunca subestime uma criança!", brinca, Eduardo Schroeder, fundador e CEO da Tindin, quando questionado sobre a juventude da startup. Segundo ele, a empresa, que conta ainda com outros dois sócios colaboradores atuando nas áreas de Marketing e Desenvolvimento de Software, foi constituída no modelo exponencial de negócio, o que justifica sua velocidade frente aos modelos tradicionais.

Investimento na Tindin durante o Shark Tank Brasil

Recentemente a Tinidin participou do reality Shark Tank Brasil e recebeu aporte de R$ 176 mil do "tubarão" Caíto Maia, fundador da Chilli Beans, que também quer utilizar o gateway de pagamento Tindin em sua rede de lojas.



Website: http://www.levpay.com

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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