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Empresas brasileiras não investem em planejamento sucessório e passam por dificuldades sem seus fundadores

4 set 2019
11h07
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No Brasil, 72,4% das empresas familiares não desenvolvem planejamento para situações de morte financeira de um sócio. Apenas 12% das empresas sobrevivem até a terceira geração familiar e apenas 3% chegam a quarta. (fonte:PricewaterhouseCoopers).

Foto: Freepik.com / DINO

Atualmente, o planejamento sucessório é o mais indicado para garantir a segurança e estabilidade financeira diante de imprevistos na vida dos sócios, como aposentadoria não programável, saída repentina de um sócio, divórcio matrimonial e até mesmo a morte financeira.

Segundo Diogo Pimenta, um dos Sócios-Fundadores da Legar Consultoria, empresa especializada em consultoria de planejamento sucessório para empresas "A morte financeira não diz respeito apenas a morte natural. Faz parte desse conceito qualquer situação que  impossibilite o trabalho, como limitações físicas ou mentais, diferentes tipos de invalidez, doenças graves e terminais, alienação mental, etc. Para que a empresa se prepare para situações de ruptura ou saída de seus sócios, é imprescindível um planejamento especializado", alerta. 

Sem um plano de contingência em situações conflitantes, as consequências podem ser devastadoras. No Brasil, ao contrário dos EUA, esse tema ainda não é uma prioridade para os empresários. 

Nos Estados Unidos, para esse nível de planejamento sucessório comumente é aplicada a ferramenta buy-sell agreement (acordo de compra e venda), serviço recomendado pela Forbes.

Segundo Diogo, uma empresa que não se programa para momentos de crise, dificilmente apresenta caixa disponível para realizar transações em tão curto prazo sem comprometer sua estabilidade ou até mesmo a sua operação. A ausência do sócio pode prejudicar não apenas a empresa, como ameaçar economicamente o padrão de vida dos herdeiros.

Dissolução e Falência 

No cenário de crise, os herdeiros muitas vezes despreparados tornam-se sócios, o que pode representar risco para a empresa. Ainda, se os herdeiros e os demais sócios optarem por resolver este impasse através da venda da participação para terceiros, a empresa estará sujeita a entrada de estranhos no negócio que podem não se relacionar muito bem com os atuais sócios.

O despreparo das empresas para esses tipos de situações as expõem aos riscos de dissolução e falência, que muitas vezes termina em embates judiciais e prejuízo emocional para ambas as partes.  

Planejamento Especializado

Além de procurar uma consultoria especializada em planejamento sucessório para as empresas, outra solução em caso de perda ou morte do sócio é buscar uma apólice de seguro de sucessão empresarial. 

Essa solução sugere a contratação de um seguro para a empresa e seus sócios. 

Para Victor Zadorosny, também Sócio da Legar Consultoria, esse tipo de seguro é uma escolha assertiva, pois não se limita somente à morte, mas a qualquer emergência que possa ocorrer na vida do segurado. Caso ocorra um sinistro, a empresa receberá automaticamente o capital segurado, possibilitando, por exemplo, o pagamento da participação do sócio ausente em tempo hábil, sem afetar as atividades empresariais.

As apólices de seguro dos sócios podem ajudar em diferentes situações como: divórcio matrimonial de um sócio, a dissolução da sociedade por estratégia ou desentendimento, uma dificuldade financeira enfrentada pela empresa e até a aposentadoria dos sócios, trazendo a liquidez imediata necessária.

Portanto, o mais indicado para desenvolver soluções personalizadas e resolver  as questões jurídicas e tributárias das empresas é procurar a ajuda de um especialista. No Brasil, já existe consultoria especializada na solução de todas as etapas envolvidas no planejamento sucessório através do seguro de sucessão empresarial.

"A maioria das empresas que se mantêm por muito tempo já passou ou irá passar por essa situação, portanto procurar a ajuda de um especialista é sempre um sinal de maturidade corporativa", conclui Victor.

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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