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Delegado que investigou PCC vai analisar facada em Bolsonaro

Martin Bottaro Purper foi escolhido pela PF para estar a frente do caso, reaberto em novembro

5 jan 2022 07h29
| atualizado às 07h55
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Adélio Bispo de Oliveira momentos antes de cometer um ataque a faca contra Jair Bolsonaro em 2018
Adélio Bispo de Oliveira momentos antes de cometer um ataque a faca contra Jair Bolsonaro em 2018
Foto: Fábio Motta / Estadão

Martin Bottaro Purper, delegado da Polícia Federal, foi apontado pela corporação como responsável pelas investigações do atentado a faca que o presidente Jair Bolsonaro (PL) sofreu em 2018, informa o jornal Folha de S. Paulo nesta quarta-feira, 5.

O caso foi reaberto em novembro do ano passado, a pedido de Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro.

O delegado está há 17 anos na PF e já investigou a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Purper ficará responsável por apurar se o autor do ataque contra Jair Bolsonaro, Adélio Bispo de Oliveira, agiu por ordem de alguém, ou se teve alguma ajuda para cometer o atentado.

Em outras duas investigações anteriores, também conduzidas pela PF, autoridades concluíram que Adélio agiu sozinho.

Adélio Bispo de Oliveira é escoltado por agentes da Polícia Federal em aeroporto de Juiz de Fora
08/09/2018
REUTERS/Ricardo Moraes
Adélio Bispo de Oliveira é escoltado por agentes da Polícia Federal em aeroporto de Juiz de Fora 08/09/2018 REUTERS/Ricardo Moraes
Foto: Reuters

O presidente, seus familiares e aliados sustentam a tese de que Adélio cometeu o ataque a mando de alguém.

A teoria voltou a ser discutida nesta semana com a internação de Jair Bolsonaro, na segunda-feira, com quadro de obstrução intestinal. O presidente segue internado e não precisará de uma nova cirurgia.

Fonte: Redação Terra
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