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CRUEL! Professora agride aluno de 4 anos com uma pilha de livros

Na Serra Gaúcha, a professora Leonice Batista dos Santos, 49, foi presa após agredir o aluno de apenas 4 anos com uma pilha de livros

23 ago 2025 - 15h00
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Na sexta-feira (22/08), uma professora identificada como Leonice Batista dos Santos, 49, foi presa após agredir um aluno de apenas 4 anos com uma pilha de livros na cabeça. O crime aconteceu na escola Escola Infantil Xodó da Vovó, de Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, e o caso ocorreu na segunda-feira (18/08).

Na Serra Gaúcha, a professora Leonice Batista dos Santos, 49, foi presa após agredir o aluno de apenas 4 anos com uma pilha de livros
Na Serra Gaúcha, a professora Leonice Batista dos Santos, 49, foi presa após agredir o aluno de apenas 4 anos com uma pilha de livros
Foto: Reprodução G1 / Contigo

Presa por agredir o aluno

Com base nas câmeras de segurança de dentro da sala de aula, a professora é vista gritando com a criança e, em seguida, o atingindo com uma pilha de livros. O impacto provocou a perda de um dente da criança e feriu outros cinco.

Em seguida, a professora coloca os livros sobre uma mesa, pega um papel para limpar a boca do menino e o leva para fora da sala. "Vem lavar tua boca", disse.

De acordo com os pais, a docente foi a primeira a procurá-los depois da agressão, afirmando que o filho teria caído no banheiro e batido a boca. No entanto, essa versão passou a ser questionada após a avaliação de uma dentista, que apontou a possibilidade de os ferimentos não serem compatíveis com uma simples queda.

Leonice permaneceu calada durante o interrogatório na delegacia, e sua defesa afirmou que ela "ficará em silêncio" e que irá apresentar um pedido de habeas corpus. A escola decidiu demitir a profissional.

Em nota, a escola do menino disse lamentar o episódio, e afirmou dar apoio à família, além de ter reforçado a "segurança, o respeito e a integridade de todos os alunos".

Segundo a delegada Thalita Giacomiti Andriche, responsável pelo caso, a ação está sendo apurada como maus-tratos qualificados pela lesão grave, mas há possibilidade de ser enquadrado também como tortura.

Já o diretor e proprietário da instituição, Cristhian Segatto Ferreira, disse que a professora já fazia parte do quadro há seis anos e permaneceu em silêncio ao ser questionada sobre as imagens. O garoto, que havia ingressado na escola apenas dois meses antes, segue em processo de recuperação, mas os pais relatam que ele ainda lida com limitações alimentares e abalos emocionais.

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