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CRUEL! MP aponta que adolescente grávida levou tiro na cabeça enquanto estava deitada

O MP aponta que adolescente morta com um tiro na cabeça, estava deitada no momento do disparo

1 jul 2025 - 09h28
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MP aponta que adolescente grávida levou tiro na cabeça enquanto estava deitada
MP aponta que adolescente grávida levou tiro na cabeça enquanto estava deitada
Foto: Reprodução/ Instagram / Contigo

O caso da morte de Isabele Raiane de Bonfim, adolescente de 17 anos grávida de oito meses, chocou o Paraná e gerou comoção nacional. Segundo o Ministério Público, Isabele foi assassinada com um tiro na cabeça enquanto dormia em sua cama, no dia 6 de junho, em Rio Branco do Sul. O principal suspeito é seu companheiro, Ruan dos Santos Martins, de 27 anos, que está preso preventivamente. Ele foi denunciado pelos crimes de feminicídio, aborto, ameaça e agressão contra a irmã da vítima, de 14 anos. De acordo com a denúncia, o assassinato foi cometido com crueldade, aproveitando-se da vulnerabilidade da jovem e da relação de confiança entre o casal.

A promotoria também apontou que Ruan agiu de forma intencional e com motivação torpe, tomada por ciúmes e sentimento de posse. Investigações indicam que ele desconfiava da paternidade do bebê e chegou a desbloquear o celular de Isabele para enviar mensagens a antigos contatos dela. No momento do crime, ele havia consumido bebida alcoólica. A denúncia ainda inclui a acusação de que, após o disparo, ele enforcou e ameaçou a irmã de Isabele, dizendo: "se contar para alguém, a próxima será você". A jovem foi encontrada com marcas visíveis no pescoço.

Após o assassinato, Ruan fugiu e se escondeu na zona rural do município, sendo capturado no dia 18 de junho. Ele permaneceu em silêncio durante o depoimento oficial, mas em conversa informal teria dito que decidiu se entregar ao perceber que a polícia estava se aproximando. Além disso, as autoridades descobriram que o acusado usava o nome falso de "Gabriel" e já era procurado pela polícia por outro crime brutal: o assassinato da sogra, do cunhado e de um primo em maio de 2023, na cidade de Reserva.

A família de Isabele, representada pelos advogados Jean Campos e Thiago Rodrigues, classificou a denúncia como um "passo essencial" para alcançar justiça. Eles destacaram a importância de reconhecer que a irmã menor também foi vítima da violência, o que reforça a gravidade dos atos praticados. Já a defesa de Ruan alega que ele é inocente no caso do feminicídio, embora admita sua responsabilidade pelo triplo homicídio anterior. O Ministério Público solicita uma indenização por danos morais no valor de R$ 150 mil e pede que o réu vá a júri popular.

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