3 eventos ao vivo

Paris decreta lockdown para evitar 3ª onda da covid-19

Novo bloqueio entrará em vigor a partir da meia-noite de sábado

19 mar 2021
11h38
atualizado às 12h05
  • separator
  • 0
  • comentários
  • separator

A França anunciou que diversas partes do país, incluindo a capital Paris, entrarão a partir da meia-noite deste sábado (20) em um novo lockdown para tentar evitar a chegada de uma terceira onda da pandemia do coronavírus Sars-CoV-2.

Medidas entrarão em vigor a partir da meia-noite de sábado
Medidas entrarão em vigor a partir da meia-noite de sábado
Foto: EPA / Ansa - Brasil

No total, as novas medidas de combate contra a covid-19 afetarão milhares de pessoas espalhadas em 16 departamentos. O bloqueio deverá durar pelo menos quatro semanas.

De acordo com o primeiro-ministro francês, Jean Castex, as regras não serão tão rígidas em comparação aos bloqueios anteriores, mesmo que as unidades de terapia intensiva do país estejam sob forte pressão.

Os comércios não essenciais precisarão fechar as portas, mas os cidadãos terão, por exemplo, sinal verde para se deslocarem em um raio de até 10 quilômetros de suas residências, sem limites de tempo.

O toque de recolher será mantido, mas foi flexibilizado, já que começará uma hora mais tarde. Com isso, a medida ficará em vigor das 19h às 6h (horário local). As escolas e faculdades, no entanto, permanecerão abertas, assim como cabeleireiros, mas somente se seguirem um "protocolo sanitário particular".

Na quinta-feira (18), a França registrou mais de 35 mil novos casos do coronavírus Sars-CoV-2 em 24 horas. Castex não descartou a provável chegada de uma "terceira onda" da doença na nação.

Além da região metropolitana de Paris, as regiões do norte de Hauts-de-France, Seine-Maritime e Eure ficarão bloqueadas, assim como os Alpes-Maritimes, na Riviera Francesa.

De acordo com o ministro da Saúde da França, Olivier Véran, por volta de 1,2 mil pessoas estão em tratamento intensivo em Paris, quantidade maior do que o pico registrado na segunda onda da doença em novembro. .

Veja também:

'A melhor vacina é a disponível': Por que não se pode comparar os imunizantes contra covid-19
Ansa - Brasil   
  • separator
  • 0
  • comentários
publicidade