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Condutor de Porsche que matou motorista em acidente é preso

Tragédia em São Paulo foi no dia 31 de março

6 mai 2024 - 17h18
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O empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, que conduzia a Porsche e provocou a morte do motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana, no mês passado, em São Paulo, foi preso nesta segunda-feira (6). O homem de 24 anos se entregou na 5ª Seccional, Zona Leste de São Paulo.

Motorista de Porsche está foragido após mandado de prisão
Motorista de Porsche está foragido após mandado de prisão
Foto: Divulgação/Polícia Civil SP / Perfil Brasil

Sastre irá seguir ao Instituto Médico Legal (IML) para fazer o exame do corpo de delito e passar a noite detido no 31º Distrito Policial. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) provavelmente emitirá nesta terça-feira (7) sua decisão a respeito o pedido de habeas corpus em favor do motorista.

Foragido até então

Com o mandado em mãos, uma equipe do 30º Distrito Policial, no Tatuapé, havia ido ao endereço de Sastre na Vila Regente Feijó, na zona leste de São Paulo, para cumprir a decisão da Justiça na tarde de sábado. Como ele não foi encontrado, passou a ser considerado foragido.

A decisão de prender o réu foi proferida pelo desembargador João Augusto Garcia. Para o magistrado, medidas cautelares decretadas pela primeira instância contra o acusado - como proibição de se ausentar da comarca, não se aproximar de familiares das vítimas e manter os dados pessoais atualizados - não eram suficientes para o caso.

"Deve ser atribuído o efeito ativo, para, em consequência, decretar a preventiva, acautelando-se a ordem pública, visando ainda evitar a reiteração delitiva e garantir a regular instrução criminal", decidiu o desembargador.

Pedido de prisão

Mais cedo, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) havia entrado com recurso no qual voltou a pedir a prisão do motorista da Porsche, rejeitada duas vezes pela Justiça. A promotora de Justiça, Monique Ratton, ajuizou medida cautelar inominada pedindo que a Justiça acate recurso apresentado contra a decisão que indeferiu a prisão preventiva de Fernando Sastre.

Para ela, além de o caso preencher os requisitos para a prisão preventiva, "existe, por parte do acusado, ato de influência no depoimento de testemunha, constatado após a disponibilização das gravações das imagens policiais".

A promotora denunciou Sastre no dia 29 de abril por homicídio doloso qualificado (pena de 12 a 30 anos de reclusão) e lesão corporal gravíssima (que pode elevar a pena total em um sexto), ambos na modalidade dolo eventual.

O acidente ocorreu no dia 31 de março deste ano, na Avenida Salim Farah Maluf, na zona leste de São Paulo. Segundo as investigações, o carro de Sastre estava em alta velocidade antes de bater no Renault Sandero de Ornaldo.

***Texto escrito com informações da Agência Brasil

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