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Caso de enfermeira condenada pela morte de sete bebês pode ter reviravolta: 'Injustiça'

Enfermeira foi condenada à prisão perpétua pela morte de sete recém-nascidos; caso será revisado e pode sofrer reviravolta

6 fev 2025 - 18h30
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Enfermeira foi condenada à prisão perpétua pela morte de sete recém-nascidos; caso será revisado e pode sofrer reviravolta
Enfermeira foi condenada à prisão perpétua pela morte de sete recém-nascidos; caso será revisado e pode sofrer reviravolta
Foto: Reprodução/Instagram / Contigo

Serial killer de bebês? Um evento bizarro envolvendo a enfermeira britânica Lucy Letby, de 35 anos, chocou o mundo e pode ter reviravoltas nos próximos meses. Condenada à prisão perpétua pela morte de sete recém-nascidos, a mulher se declarou inocente. Agora, o caso será revisado por uma comissão do Reino Unido, e pode ter novo desfecho.

O que aconteceu?

Em novembro de 2020, Letby foi acusada de cometer sete assassinatos e outras quinze tentativas de homicídio na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Countess of Chester, onde trabalhou entre 2015 e 2016. 

As evidências apresentadas pela acusação apontaram a presença da enfermeira em um grande número de mortes, além de possíveis envenenamentos e inconsistências nos registros médicos. Apesar de se declarar inocente, Lucy foi julgada e condenada à prisão perpétua em 2023.

Em sua sentença, o juiz destacou que Letby cometeu "uma campanha cruel, calculada e cínica de assassinato de crianças", envolvendo uma "profunda malevolência que beirava o sadismo".

Reviravolta?

Na última terça-feira (04), a equipe jurídica de Lucy solicitou que o caso fosse revisado por um possível erro judiciário. Segundo sua defesa, um comitê com 14 médicos especialistas,  liderados pelo neonatologista Dr. Shoo Lee, concluiu que não há evidências médicas que comprovem que Letby assassinou os bebês. 

"Não encontramos nenhum assassinato. Em todos os casos, as mortes ou lesões ocorreram por causas naturais ou simplesmente cuidados médicos precários", apontou o médico, em coletiva de imprensa. Essas descobertas desafiaram as convicções sobre os crimes cometidos, e por isso as informações serão revisadas por uma comissão independente.

Provas insuficientes

Durante o julgamento, realizado em 2023, a enfermeira foi acusada de ter injetado ar no sangue de recém-nascidos, causando embolia gasosa que os levaram à morte. Shoo Lee ressaltou, no entanto, que a palidez dos bebês não é uma evidência suficiente para concluir que ocorreram embolias gasosas.

David Davis, ex-ministro que esteve presente na coletiva, também defendeu um novo julgamento, pontuando que a condenação de Lucy foi "uma das maiores injustiças dos tempos modernos".

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