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Renan adia para terça a definição da Mesa Diretora do Senado

A escolha pela composição das comissões segue o mesmo critério da indicação para presidente do Senado

1 fev 2015 - 19h26
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Senador Renan Calheiros em sessão no Senado. 1/2/2015
Senador Renan Calheiros em sessão no Senado. 1/2/2015
Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

Após ter sido eleito presidente do Senado para o biênio 2015-2016, Renan Calheiros (PMDB-AL) adiou para a próxima terça-feira (3) a definição dos nomes que vão compor a Mesa Diretora da Casa. Além do presidente do Senado, a Mesa é composta por outros seis cargos: duas vice-presidências e quatro secretarias. Também serão definidos os nomes dos quatro suplentes das secretarias.

Nesta segunda-feira (2), pela manhã, Renan Calheiros deve se reunir com os líderes partidários para tentar compor a Mesa Diretora e as presidências e vice-presidências das comissões. O  presidente do Senado conversou com parlamentares a quem disse que a tendência é Jorge Viana (PT-AC) ocupar a primeira vice-presidência da Casa e Romero Jucá (PMDB-RR) a segunda vice-presidência.

A escolha pela composição das comissões segue o mesmo critério da indicação para presidente do Senado. Os partidos de maior bancada escolhem primeiro. As comissões consideradas mais importantes são a de Constituição e Justiça (CCJ) e a de Assuntos Econômicos (CAE). Na legislatura passada, o PMDB comandou a CCJ e o PT esteve a frente da CAE.

Veja momento em que Renan manda expulsar grupo do Congresso:

Em seu discurso de posse, Renan disse que “há muito a fazer". Segundo ele, outros temas são cobrados aos parlamentares. "Refiro-me à reforma política, pela qual me empenharei evitando ações extremistas de todos os lados”. Ele defendeu que a Casa desenvolva “uma agenda econômica que permita ao Brasil crescer sem perder as conquistas sociais obtidas”, bem como visando assegurar novas conquistas.

O senador informou que se reunirá com o presidente da Câmara para “afinar uma agenda comum que acelere a agenda legislativa” e pedir que as matérias aprovadas pelo Senado, nos últimos anos, sejam votadas. 

Agência Brasil Agência Brasil
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