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Usuários do Twitter pedem impeachments de Bolsonaro e Gilmar

Pedido de impedimento começou após a publicação de um conteúdo obsceno pelo presidente na rede social

7 mar 2019
14h28
atualizado às 15h04
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O termo "impeachment" voltou a pautar as principais discussões dos brasileiros do Twitter. Nesta quinta-feira, 7, a expressão aparece associada ao presidente da República, Jair Bolsonaro, e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes.

Usuários no campo da oposição ao governo Bolsonaro começaram a pedir pelo impeachment desde a quarta-feira, 6, tão logo o jurista Miguel Reale Jr. avaliou, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que o tuíte com conteúdo obsceno publicado por Bolsonaro é motivo suficiente para um pedido de impeachment.

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), participa na manhã desta quinta-feira, 7 de março de 2019, da comemoração dos 211 anos do corpo de fuzileiros naval da Marinha brasileira, na Fortaleza de São José da Ilha das Cobras, no centro do Rio de Janeiro
O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), participa na manhã desta quinta-feira, 7 de março de 2019, da comemoração dos 211 anos do corpo de fuzileiros naval da Marinha brasileira, na Fortaleza de São José da Ilha das Cobras, no centro do Rio de Janeiro
Foto: Wilton Júnior / Estadão

Para o jurista, que já foi ministro da Justiça e também um dos autores do pedido que levou à cassação da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o tuíte de Bolsonaro se enquadra como "falta de decoro".

Defensores da hashtag #bolsonaroIMPEACHMENT têm relembrado as polêmicas que envolvem Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador e filho do presidente, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), e as denúncias recentes envolvendo candidaturas laranja no PSL de Minas Gerais e de Pernambuco.

Gilmar Mendes

A hashtag #ImpeachmentGilmarMendes também está entre os assuntos mais comentados do Twitter brasileiro.

Na quarta, a Operação Lava Jato pediu que o ministro do STF seja afastado das ações movidas contra o operador do PSDB Paulo Vieira de Souza e contra o ex-chanceler e ex-senador tucano Aloysio Nunes.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), há indícios de envolvimento pessoal de Gilmar Mendes com Vieira e com Nunes.

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Estadão
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