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Política

Tarcísio diz que primeiro ato como presidente seria indultar Bolsonaro

Governador de São Paulo nega candidatura em 2026, mas já teria consultado equipes para analisar cenário

30 ago 2025 - 22h11
(atualizado às 22h59)
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Eduardo Bolsonaro ao lado do pastor Silas Malfaia, do pai, Jair Bolsonaro, e do governador Tarcísio de Freitas em ato na Paulista no ano passado
Eduardo Bolsonaro ao lado do pastor Silas Malfaia, do pai, Jair Bolsonaro, e do governador Tarcísio de Freitas em ato na Paulista no ano passado
Foto: Tiago Queiroz/Estadão / Estadão

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que, caso chegue à Presidência da República, seu primeiro ato será conceder indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração foi feita em entrevista ao Diário do Grande ABC, publicada nesta sexta-feira, 29.

"Na hora. Primeiro ato seria esse. Porque eu acho que tudo isso que está acontecendo é absolutamente desarrazoado", disse Tarcísio ao ser questionado sobre a possibilidade.

Apesar da fala, o governador voltou a negar que planeje disputar o Palácio do Planalto em 2026. "Todo governador de São Paulo é presidenciável, pelo próprio tamanho do Estado, um Estado muito importante. Mas vamos pegar na história recente qual foi o governador de São Paulo que se tornou presidente da República: o último foi Jânio Quadros e o penúltimo foi Washington Luís. [...] Tenho pretensão nenhuma de sair daqui [do cargo de governador]", declarou.

Esta é a primeira vez que Tarcísio cita o indulto como ação direta em um possível governo federal. Em julho, ele já havia defendido que qualquer candidato de centro-direita deveria adotar a medida caso Bolsonaro fosse condenado no processo sobre a trama golpista.

Nos bastidores, no entanto, há sinais de movimentação. Segundo informações do Estadão, interlocutores do governador procuraram marqueteiros como Chico Mendez e Paulo Vasconcelos para conversar, ainda que de forma preliminar, sobre o cenário eleitoral. Fontes do Palácio dos Bandeirantes indicam também que Tarcísio mantém diálogo com a equipe de Pablo Nobel, responsável por sua campanha vitoriosa em 2022. 

Outros nomes da direita, como os governadores Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás, já anunciaram publicamente que, se eleitos, também pretendem conceder indulto a Bolsonaro.

Fonte: Redação Terra
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