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Política

Secretário de Paes comemora prisão domiciliar de Bolsonaro: 'No mundo ideal seria pena de morte'

Felipe Santa Cruz usou palavrões e xingamentos para rebater uma série de comentários nas redes sociais

5 ago 2025 - 20h13
(atualizado às 22h37)
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Resumo
Felipe Santa Cruz, secretário de Governo do Rio, celebrou a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, sugeriu pena de morte como punição ideal e rebateu críticas com postagens contundentes, ligando ataques recebidos ao desaparecimento de seu pai na ditadura.
Ex-presidente da OAB, secretário de Eduardo Paes celebra prisão de Bolsonaro: 'No meu mundo ideal seria pena de morte':

O secretário de Governo do Rio de Janeiro, Felipe Santa Cruz, comemorou por meio das redes sociais a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro (PL) e afirmou que em um "mundo ideal" a punição teria sido "pena de morte". "Traição aos cânones democráticos. No meu mundo ideal seria pena de morte. Bala na nuca!", escreveu em seu perfil no X. 

Felipe Santa Cruz é secretário de Governo de Eduardo Paes e ex-presidente da OAB Nacional
Felipe Santa Cruz é secretário de Governo de Eduardo Paes e ex-presidente da OAB Nacional
Foto: Divulgação/OAB

Em outra publicação, Santa Cruz, que também foi presidente da OAB Nacional de 2019 a 2022, declarou que era "um dia de festa", após a decisão do ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) que levou à prisão domiciliar do ex-presidente: "Hoje é um dia de festa! Esse merda que matou tantos na pandemia está preso. Que os mortos o assombrem".

Em seguida, o secretário rebateu uma série de comentários feitos por seguidores, alguns com palavrões e xingamentos. "Tá com medinho? O Bozo tá chorando tb. Conheço ele, frouxo", respondeu depois de ser xingado por um internauta. 

‘Não vou dizer que não estava triste’, diz Ciro Nogueira após visitar Bolsonaro em prisão domiciliar:

Outro seguidor comentou: "Quando um ex-presidente da OAB comemora arbítrio, ele não só desonra a instituição, como também cospe na cara de cada advogado que ainda acredita na lei". O secretário rebateu: "Que arbítrio? Punição aos golpistas é justiça". 

Em posicionamento publicado no X na noite desta terça-feira, 5, o secretário declarou que recebeu "graves ataques direcionados a mim e àqueles que mais me doem", em referência ao desaparecimento de seu pai, Fernando Santa Cruz, durante a ditadura. 

"Por 'coincidência', todas as vezes que combato esse grupo de bandidos que tenta tomar nosso país, subvertendo a ordem democrática, passo a receber centenas de ofensas dirigidas ao meu pai, Fernando Santa Cruz, assassinado pela ditadura. Agradeço aos queridos amigos e amigas pelas mensagens de solidariedade e faço um destaque: defender a soberania do nosso país e das nossas instituições é tarefa básica da cidadania. Seguirei firme, no mesmo lado em que sempre estive, e não cairei nesse tipo de provocação vil", afirmou.

Fonte: Redação Terra
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