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Política

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Rogério Marinho: Sessão do STF foi para ganhar tempo e permitir novos vazamentos

15 set 2026 - 21h06
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Resumo
O senador Rogério Marinho criticou o adiamento da decisão do STF sobre a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, classificando a sessão como protelatória. Para o parlamentar, a manobra visa blindar o magistrado e ganhar tempo para novos vazamentos, gerando frustração e sensação de impunidade na sociedade. Marinho ainda apontou que o presidente Lula tenta se afastar politicamente de Moraes, a quem antes elogiava publicamente como defensor da democracia.

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador de campanha de Flávio Bolsonaro (PL), criticou nesta terça-feira, 15, o adiamento da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. Segundo ele, a sessão teve caráter "protelatório".

"Foi feito para se ganhar tempo e para se permitir novos vazamentos, para aumentar o tumulto judicial e para se tentar livrar o ministro Alexandre de Moraes de que ele, a exemplo de qualquer cidadão brasileiro, possa prestar contas", declarou o parlamentar a jornalistas no Senado.

Para Marinho, a sessão passou uma "sensação de impunidade" e de "frustração" à sociedade. Ele afirmou haver uma tentativa de "blindar" Moraes e impedir que o ministro preste esclarecimentos em uma eventual investigação.

Marinho também afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta se afastar politicamente de Moraes. "Há várias declarações do Lula colocando ele Moraes como defensor da democracia, como alguém que salvou o Brasil. É evidente que agora o Lula tenta se afastar dele", falou.

Estadão
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